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Operação do MJSP contra o tráfico de drogas interestadual e transnacional causa prejuízo de R$ 78 milhões ao crime organizado

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Brasília, 14/12/2025 – Uma operação integrada do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) contra o tráfico de drogas interestadual e transnacional causou um prejuízo estimado de R$ 78,1 milhões ao crime organizado. A Operação FARO – Fronteiras e Divisas Alertas com Rastreio Olfativo, realizada entre 1º e 12 de dezembro de 2025, teve atuação em 13 estados e forte emprego de cães policiais treinados para detecção de ilícitos.

Coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Coordenação-Geral de Fronteiras e Amazônia (CGFron), a operação ocorreu nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

A ação teve como objetivo a repressão qualificada a crimes transnacionais e interestaduais, com foco especial no tráfico de drogas, além do enfrentamento ao contrabando e descaminho, aliando fiscalização, inteligência policial, emprego de cães e ações preventivas em comunidades escolares.

Uso de cães policiais

Ao todo, 400 policiais participaram da Operação FARO, com o apoio de 267 cães policiais, empregados de forma transversal em diversas frentes operacionais. Os binômios cão-policial atuaram principalmente em fiscalizações de veículos e cargas em rodovias e acessos estratégicos, além do apoio direto à detecção de drogas, armas, cigarros e outros ilícitos.

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O uso estratégico dos cães potencializou a eficiência das abordagens, ampliou a capacidade de detecção e contribuiu de forma decisiva para os resultados obtidos nas regiões de fronteiras e divisas.

Resultados no combate ao tráfico de drogas

A Operação FARO registrou um prejuízo total ao crime estimado em R$ 78.181.592,76, dos quais cerca de R$ 59.988.096,76, aproximadamente 76,7% do total, estão diretamente relacionados ao tráfico de drogas.

Durante os 12 dias de operação, foram apreendidos 6.808,09 quilos de entorpecentes, dos quais:
• 6.074,94 kg de maconha;
• 445,13 kg de skunk;
• 507 unidades de drogas sintéticas.

Fiscalizações, abordagens e prisões

Ao longo da operação, foram realizadas 10.386 ações, que resultaram em:
• 7.141 pessoas abordadas;
• 2.855 veículos abordados;
• 184 bloqueios, barreiras e blitz policiais;
• 124 fiscalizações;
• 64 embarcações abordadas.

No campo repressivo, os resultados incluem 63 pessoas presas ou apreendidas, sendo 50 prisões em flagrante, 11 prisões por ordem judicial e 2 menores apreendidos em flagrante.

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Também foram apreendidas 21 armas de fogo, entre fuzis, pistolas, revólveres, espingardas e armas artesanais, além de 21 veículos e 4 embarcações, que representaram um prejuízo adicional estimado em R$ 3,88 milhões ao crime organizado. A operação ainda contabilizou 10 registros de porte ilegal de arma de fogo.

Ações socioeducativas e prevenção

Além das ações repressivas, a Operação FARO também se destacou pela atuação preventiva e educativa, reforçando a presença do Estado nas regiões de fronteiras e divisas. Foram realizadas 15 palestras socioeducativas em escolas, alcançando diretamente cerca de 1,5 mil alunos, além de visitas preventivas voltadas à conscientização de crianças e adolescentes sobre os riscos do envolvimento com o tráfico de drogas e outras práticas ilícitas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026

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Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.

O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.

As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

Queda histórica na criminalidade

O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.

Marcos legais estruturantes

A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.

Programa Brasil contra o Crime Organizado

Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.

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Operações e reforço institucional

A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.

Proteção das mulheres

O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.

Gestão de ativos

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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