BRASIL
Brasil e Alemanha fortalecem diálogos com foco no desenvolvimento do setor energético
BRASIL
Na última sexta-feira (27/06), o Ministério de Minas e Energia (MME) fortaleceu o diálogo com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK) com o objetivo de construir novas oportunidades de cooperação que promovam o desenvolvimento do setor energético e a descarbonização da economia. Na ocasião, foram debatidas iniciativas que possam estimular investimentos no setor.
Os representantes do MME destacaram o esforço para criar um ambiente regulatório e atrativo para as tecnologias de energia limpa e renovável, como aquelas relacionadas à hidrogênio e eólicas offshore. Além disso, foi enfatizado que o país tem potencial para ofertar ao mundo minerais estratégicos para transição energética e é também atrativo para a indústria de transformação mineral.
O secretário de Transição Energética e Planejamento (SNTEP), Gustavo Ataide, reforçou que é uma prioridade para o Governo Federal consolidar uma matriz energética mais limpa: “A transição energética, a transformação e a descarbonização das economias são pautas prioritárias do governo. Em várias oportunidades, o ministro Alexandre Silveira e o presidente Lula deixaram bem claro o compromisso do Brasil em avançar e passar um recado para o mundo, principalmente nesta oportunidade em que vamos sediar a COP30”.
Na ocasião, o secretário falou sobre os estudos que estão em andamento para apoiar o planejamento do setor energético, como o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2035), o Plano Nacional de Energia (PNE 2055) e o Plano Nacional de Transição Energética (PNTE).
A reunião contou também com representantes da Secretaria Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SNGM) e da Secretaria Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (SNPGB).
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026
Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.
O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.
As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.
“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.
Clique aqui e confira o relatório completo.
Queda histórica na criminalidade
O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.
Marcos legais estruturantes
A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.
Programa Brasil contra o Crime Organizado
Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.
Operações e reforço institucional
A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.
Proteção das mulheres
O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.
Gestão de ativos
Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.
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