BRASIL
Grupo de Trabalho do Navegue Simples debate emergências climáticas e inovações no setor
BRASIL
O grupo de Trabalho G-06 do Navegue Simples se reuniu nesta segunda-feira (14), na sede do Instituto Brasileiro de Infraestrutura, para discutir respostas intersetoriais a temas como enfrentamento à emergência climática e inovação dentro do programa. O encontro foi coordenado de forma conjunta pelos ministérios de Portos e Aeroportos (MPor) e de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pela Agência Nacional de Transporte Aquaviários (Antaq).
Os integrantes foram divididos em seis grupos para garantir o amplo debate de cada tema e a participação do setor privado nas discussões. Os GTs buscam apresentar soluções para a melhoria do fluxo processual em relação a terminais privados, licenciamento ambiental em portos e instalações portuárias, utilização de áreas da União para projetos portuários fora do porto público e simplificação e desburocratização de processos de arrendamento de áreas em Portos Organizados.
As soluções também giram em torno da adaptação às mudanças climáticas e inovação no ambiente portuário, o fomento à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação (PD&I) e o fortalecimento institucional dos portos públicos brasileiros.
Os esforços dos grupos de trabalho farão parte de um conjunto de políticas, que contribuirão para melhorias operacionais, econômicas, sociais e ambientais no setor portuário, conforme explica o diretor de Programas da Secretaria-Executiva do MPOR, Tetsu Keiko. “Os próximos passos serão consolidar essas contribuições, elaborarmos um plano em que vamos definir essa política, fazer uma tomada de subsídios e abrir para a sociedade por pelo menos 30 dias e com isso construirmos uma proposta escrita de uma portaria de Política de Inovação.”
As contribuições trazidas dos Grupos de Trabalho serão apresentadas, em 30 de setembro, no Ministério de Portos e Aeroportos
Nesta etapa, o grupo contou com a participação de representantes da Presidência da República, do Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Navegue Simples
O Programa Navegue Simples busca reduzir a burocracia nos processos de navegação, eliminando etapas desnecessárias e garantindo que a tramitação documental ocorra de forma mais eficiente. O programa promove a digitalização e integração dos sistemas portuários, para permitir que informações sejam compartilhadas de maneira centralizada entre diferentes órgãos e operadores do setor.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
BRASIL
Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026
Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.
O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.
As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.
“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.
Clique aqui e confira o relatório completo.
Queda histórica na criminalidade
O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.
Marcos legais estruturantes
A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.
Programa Brasil contra o Crime Organizado
Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.
Operações e reforço institucional
A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.
Proteção das mulheres
O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.
Gestão de ativos
Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.
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