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Após mais de duas décadas, governo do Brasil atualiza indenização de transporte a servidores federais

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O governo federal publicou, nesta segunda-feira (6/4) o Decreto nº 12.920/26, que atualiza o valor da indenização de transporte destinada aos servidores públicos do Poder Executivo Federal. O teto máximo diário do benefício foi elevado de R$ 17 para R$ 82,36. O decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O texto altera o Decreto nº 3.184/1999, que regulamenta a concessão do benefício no âmbito federal.

A indenização de transporte é destinada a pessoas servidoras que utilizam veículo próprio para a execução de atividades externas inerentes às atribuições próprias do cargo que ocupa, efetivo ou comissionado, atestados pela chefia imediata, como ações de fiscalização, vistorias, inspeções, acompanhamento de obras e outras atividades que exigem deslocamentos frequentes fora do local de trabalho.

A atualização do valor levou em conta a variação do IPCA entre outubro de 1999, quando o benefício foi estabelecido, e março de 2026. Nesse intervalo, a inflação acumulada foi de 384,45%, evidenciando a defasagem do valor anterior.  A medida entra em vigor imediatamente, a partir da data de publicação, e se aplica aos servidores da administração direta, autárquica e fundacional do Executivo Federal.

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De caráter indenizatório, o auxílio não se incorpora à remuneração e é pago exclusivamente para ressarcimento de despesas realizadas durante o desempenho de atividades externas. O benefício é concedido exclusivamente nos dias em que houver efetivo exercício dessas atividades, não sendo devido em casos de afastamentos ou ausências, ainda que considerados como de efetivo exercício pela legislação. Para fins de concessão, considera-se como meio próprio de locomoção o veículo particular utilizado por conta e risco do servidor, não fornecido pela administração e não disponível à população em geral.

A regulamentação também veda o pagamento cumulativo da indenização com outros benefícios de mesma natureza, como passagens ou auxílio-transporte. Além disso, a concessão depende de ato formal da autoridade competente, com a devida justificativa das atividades externas desempenhadas.

Mais avanços na recomposição de benefícios

Além da atualização da indenização de transporte, o governo federal também publicou, ainda nesta segunda-feira (6/4), duas portarias que reajustam outros benefícios destinados aos servidores públicos federais, ampliando a recomposição iniciada em 2023.

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A assistência à saúde suplementar teve o valor mensal per capita atualizado, podendo chegar a R$ 464,89, conforme faixa etária e salarial. O benefício atende cerca de 865 mil pessoas, entre servidores ativos, aposentados, pensionistas e dependentes, com valores maiores para quem tem menor renda e maior idade.

Já a assistência pré-escolar, destinada a servidores com dependentes de até seis anos, passou a R$ 526,34 mensais. O benefício atende cerca de 65 mil pessoas e acumula reajustes relevantes desde 2024.

Os dois auxílios estavam sem atualização entre 2016 e 2023 e vêm sendo recompostos desde a retomada da Mesa Nacional de Negociação Permanente. Os novos valores serão pagos na folha de abril, com crédito em maio.

Também foi atualizado o auxílio-alimentação, que passou a R$ 1.192,00 mensais. No acumulado de 2023 a 2026, o benefício registra aumento expressivo, com recomposição da inflação do período e recuperação de perdas anteriores. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026

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Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.

O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.

As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

Queda histórica na criminalidade

O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.

Marcos legais estruturantes

A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.

Programa Brasil contra o Crime Organizado

Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.

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Operações e reforço institucional

A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.

Proteção das mulheres

O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.

Gestão de ativos

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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