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Ministério da Gestão fortalece governança com novas políticas de continuidade e gestão de riscos

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O Ministério da Gestão e da Inovação em serviços Públicos (MGI) publicou na última quintafeira (10/4), duas resoluções voltadas ao fortalecimento da governança institucional.  As políticas buscam ampliar a capacidade do Ministério de enfrentar cenários adversos, garantir a entrega ininterrupta de serviços públicos essenciais e promover uma cultura de resiliência, prevenção e tomada de decisão com base no reconhecimento e gestão de riscos. 

A Política de Gestão de Continuidade de Negócios (PGCN) e a Política de Gestão de Riscos e Controles Internos, que atualiza a Resolução CITARC/MGI nº 1, de 15 de dezembro de 2023, representam avanços importantes na consolidação das práticas de governança do ministério. Ambas as políticas foram aprovadas pelo Comitê de Integridade, Transparência, Acesso à Informação, Riscos e Controle (CITARC) durante a 10ª reunião ordinária, realizada em 10 de abril de 2025, conforme os termos da Portaria GM/MGI nº 5.897/2023. 

As políticas recém-aprovadas robustecem os esforços do MGI em mitigar os riscos que podem comprometer os serviços do Ministério. Os dois textos aprovados deverão ser orientadores do amadurecimento da integridade nos processos de trabalho das áreas do MGI”, explicou Francisco Eduardo de Holanda Bessa, chefe da Assessoria Especial de Controle Interno (AECI/MGI).  

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Política de Gestão de Continuidade de Negócios (PGCN) 

Aprovada por meio da Resolução CITARC/MGI nº 6, de 10 de abril de 2025, a PGCN institui diretrizes e princípios para a implantação do Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios (SGCN). A política estabelece os parâmetros para identificar processos críticos, definir estratégias de continuidade, responder a incidentes e estruturar o Plano de Continuidade de Negócios (PCN) de forma coordenada e alinhada à estratégia institucional. 

A iniciativa está fundamentada na norma ABNT NBR ISO 22301:2020 e visa assegurar a prestação contínua dos serviços mesmo em situações de interrupção, protegendo os ativos organizacionais e a reputação institucional. 

Política de Gestão de Riscos e Controles Internos 

Já a Resolução CITARC/MGI nº 7, de 10 de abril de 2025, que disciplina a gestão de riscos e controles internos no âmbito do Ministério, orienta a identificação, análise, avaliação, tratamento, monitoramento e comunicação dos riscos institucionais, com base na norma ABNT NBR ISO 31000:2018. 

Entre os objetivos da política estão a promoção da cultura de gestão de riscos, o fortalecimento da tomada de decisões informadas, a prevenção de perdas e a promoção da integridade e transparência na gestão pública. 

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As duas políticas integram os instrumentos essenciais do Sistema de Governança e Gestão do Ministério, reforçando o compromisso institucional com a melhoria contínua, a eficiência da administração pública e a entrega de valor à sociedade. 

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026

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Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.

O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.

As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

Queda histórica na criminalidade

O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.

Marcos legais estruturantes

A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.

Programa Brasil contra o Crime Organizado

Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.

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Operações e reforço institucional

A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.

Proteção das mulheres

O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.

Gestão de ativos

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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