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Cobrança de metas não é assédio, mas tem limite

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Você sabe diferenciar o que é e o que não é assédio moral no trabalho? Um exemplo clássico do que para alguns pode ser indesejado, mas não caracteriza o assédio, é a cobrança de metas por parte da chefia. A definição de prazos e metas razoáveis é importante para o bom desenvolvimento do trabalho, por isso, é uma prática entendida como uma situação comum do mundo corporativo.

O limite dessa cobrança, no entanto, é ultrapassado quando não se leva em conta a chamada “etiqueta moral”. A liderança que se preocupa em extrair o melhor de sua equipe busca praticar a empatia e a escuta, estabelece prioridades e sabe identificar o potencial de cada pessoa.

Gritar, xingar, ofender também está fora de cogitação na hora de cobrar pelo cumprimento de um prazo ou de uma meta. Quando algo não sai como o esperado pela liderança, é preciso manter a calma antes de lidar com o conflito.

Compartilhar mais sobre como se sente e quais são suas expectativas profissionais também é uma forma de contornar grandes conflitos por meio de pequenas conversas. Por mais difícil que possa parecer, compreender o ritmo e a forma de agir das pessoas ajuda a lembrar que a liderança também precisou de tempo para chegar na posição em que está.

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Para se configurar assédio moral, o comportamento do agressor deve ser abusivo, humilhante e constrangedor, mas não depende de intencionalidade ou de reiteração. Além disso, ocorre com o objetivo de prejudicar a vítima ou impor a ela determinada conduta no ambiente do trabalho. O assédio moral é identificado por palavras, atos, gestos ou mensagens escritas que, intencionalmente ou não, causam danos à dignidade, à saúde ou ao emprego da vítima.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante, sendo exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa MT Criativo vai oferecer atividades formativas sobre turismo cultural durante a FIT Pantanal

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) integra a programação da FIT Pantanal, com atividades formativas que exploram a conexão entre a economia criativa e o turismo, oferecidas pelo Programa MT Criativo nos dias 5 e 6 de junho. As inscrições são gratuitas e já estão abertas neste link.

Durante a maior feira de turismo do Centro-Oeste, que ocorre de 3 a 7 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a formação propõe estratégias para desenvolver o turismo cultural de experiência em Mato Grosso.

O objetivo das atividades formativas é capacitar profissionais, estudantes e empreendedores do setor turístico e cultural na estruturação e comercialização de práticas inovadoras, utilizando a economia criativa como base para o desenvolvimento regional sustentável.

Entre os destaques da formação estão conteúdos que destacam a importância da identidade cultural, os saberes tradicionais e a sustentabilidade, transformando o potencial local em vivências autênticas para os visitantes.

Para a superintendente de Desenvolvimento de Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura, ter a cultura e a economia criativa como pautas na FIT Pantanal demonstra o reconhecimento da potencialidade dessa parceria para o trade turístico de Mato Grosso.

“Essa parceria busca o fortalecimento do turismo cultural, criativo, de vivência e de experiência, trazendo oportunidades de desenvolvimento econômico e de impulsionamento desses setores de forma conjunta. A partir disso, propomos uma atividade que traz essa perspectiva, principalmente a partir de quem já atua, trazendo projetos e experiências reais e que demonstram na pratica todo esse potencial”, explica Keiko.

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Programação MT Criativo na FIT Pantanal

Na quinta (5.6), das 14h às 17h, a superintendente Keiko Okamura mediará o painel “Economia Criativa e Turismo – apresentação de cases”, no auditório Minerais do Centro de Eventos do Pantanal.

A presidente da Associação das Redeiras de Limpo Grande (TeceArte), Jilaine Maria, participa do painel, contando como o artesanato tradicional aliado ao turismo ajudou o desenvolvimento econômico e sustentável da comunidade.

Já as fundadoras da agência de turismo Afrotours, Poliana Queiroz e Bianca Rondon, compartilham informações sobre o impacto econômico e social nas comunidades quilombolas e tradicionais envolvidas nos roteiros turísticos.

O fundador e produtor da Feria de Vinil e Criatividades, Max Amorim, também integra o painel deste dia. O produtor apresenta o impacto econômico do modelo de feira de economia criativa, bem como as possibilidades como roteiro turístico urbano.

O debate terá ainda a participação da proprietária da Estância Recanto dos Sonhos, Dalva Cristina do Nascimento, de Tangará da Serra. Dalva abordará o turismo rural criativo, que une agroecologia, gastronomia afetiva e experiência imersiva na rotina do homem do campo

Completa o painel o coordenador da Vivência Umutina Balatiponé, Isaac Amajunepa, que apresentará o projeto de Etnoturismo na Terra Indígena Umutina, em Barra do Bugres, e os impactos no desenvolvimento do território.

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Neste dia, haverá também a palestra “Turismo Criativo – Cultura e Turismo cocriando experiências”.

Na sexta-feira (6.6), a formação acontece das 8h às 12h, no Piso Sol, sala 11, com a oficina “Economia Criativa e Turismo: inovando experiências e impulsionando o desenvolvimento regional”.

Ministrada pela turismóloga da equipe da superintendência de Desenvolvimento da Economia Criativa, Luciana Pinheiro Viegas, a oficina levará o participante a criar uma experiência estruturada de roteiro turístico e cultural.

Participam da atividade os representantes dos projetos Rota da Ancestralidade”, “Almoço na Roça e Roda de Prosa”, “Turismo de resistência” e “Turismo rural na agricultura familiar”.

A FIT Pantanal é realizada pelo Sistema Comércio de Mato Grosso, em parceria com o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), além de instituições parceiras e apoiadores do setor turístico nacional. Mais informações sobre a feira em www.fitpantanal.com/programacao

Serviço
MT Criativo na FIT Pantanal
5 de junho: painel e palestra, das 14h às 17h
6 de junho: oficina, das 8h às 12h
Inscrições: AQUI

Fonte: Governo MT – MT

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