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Caravana da Inovação debate o futuro sustentável e digital dos portos no Rio de Janeiro

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O segundo dia do Fórum Comexlog RJ 2025 foi dedicado à 5ª edição da “Caravana da Inovação Portuária”, uma iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e o Hub de Inovação Brasil Export. Realizado nesta quarta-feira (15), o evento promoveu uma imersão no futuro do setor, com debates focados em inovação, financiamento, segurança e sustentabilidade.

Representando o ministério, o diretor de Políticas Setoriais, Planejamento e Inovação, Tetsu Koike, explicou que o objetivo da Caravana, que já passou por Recife, Salvador, São Luís e Fortaleza, é conectar especialistas de dentro e fora do setor. “Não basta comprar tecnologia. Temos que desenvolver a cultura, a organização e a estruturação da inovação em nossos portos, tanto nos portos públicos organizados como nos terminais privados”, afirmou.

“Não basta comprar tecnologia. Temos que desenvolver a cultura, a organização e a estruturação da inovação em nossos portos” Tetsu Koike

A programação aprofundou temas essenciais para a modernização dos complexos portuários. O primeiro painel do dia, “Cultura organizacional para inovação: do discurso à ação”, abordou os caminhos para que as empresas do setor incorporem novas tecnologias de forma eficaz. Em seguida, o debate sobre “Inovação na segurança pública portuária” discutiu o impacto de soluções tecnológicas na relação porto-cidade.

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O evento contou ainda com uma série de apresentações institucionais que trouxeram casos práticos e novas perspectivas de inovação. Foram compartilhadas experiências de grandes empresas sobre transformação sustentável, a visão de entidades como o Sistema Firjan sobre indústria criativa e soluções tecnológicas em áreas como conectividade e imageamento aplicados aos portos, enriquecendo o debate com exemplos reais do mercado.

Tetsu Koike fala em painel temático
Tetsu Koike fala em painel temático

Também houve espaço para o ecossistema de startups, que apresentaram soluções inovadoras em sessões de pitches. O encerramento dos debates foi marcado pelo painel “Portos, Carbono e Energia de Fontes Renováveis”, que tratou dos novos marcos regulatórios e das oportunidades para a transição energética no setor, um dos pilares da agenda de sustentabilidade do MPor.

Porto Sem Papel
Um dos destaques do dia foi a apresentação do programa Porto Sem Papel (PSP), conduzida pelo coordenador do projeto no MPor, Carlos Tiego Arruda. A iniciativa, que funciona como uma janela única portuária, centraliza a troca de informações e documentos entre os diversos órgãos públicos e os agentes privados que atuam nos portos, eliminando a necessidade de papel e reduzindo a burocracia.

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Conforme explicou Arruda, o tempo de embarcação parada, aguardando anuência e operações locais, impacta diretamente a emissão de gases. E o sistema reduz consideravelmente esse tempo. “O Porto Sem Papel, além de ser um sistema que gera eficiência, segurança e transformação digital nas operações portuárias, ele também é uma ferramenta de sustentabilidade”, ressaltou.

A apresentação destacou a ampla capilaridade do sistema, que já está implantado nas cinco regiões do país. Atualmente, 100% dos Portos Públicos utilizam a ferramenta, além de mais de 167 terminais de uso privado (TUP), o que corresponde a 80% do total.

A programação do Caravanas da Inovação segue até a próxima sexta (17), com mais eventos, como o CONECTA CAIS 2025 e visita às instalações do Porto do Açu.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026

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Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.

O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.

As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

Queda histórica na criminalidade

O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.

Marcos legais estruturantes

A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.

Programa Brasil contra o Crime Organizado

Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.

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Operações e reforço institucional

A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.

Proteção das mulheres

O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.

Gestão de ativos

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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