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Bloco 1 do CPNU 2 abre 790 vagas para profissionais da saúde, assistência e previdência social

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Estão abertas, até o dia 20 de julho, as inscrições para a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). O Bloco 1 do certame reúne 790 vagas imediatas de nível superior, destinadas a cargos nas áreas de Seguridade Social – Saúde, Assistência Social e Previdência Social.

As oportunidades estão distribuídas entre diversos órgãos do governo federal, com lotações em todas as regiões do país. Os cargos envolvem atividades de supervisão, planejamento, coordenação e execução especializada de políticas públicas voltadas à promoção da saúde, à proteção social e ao bem-estar da população brasileira.

O bloco 1 é voltado a profissionais com formação em áreas como saúde coletiva, medicina, enfermagem, psicologia, serviço social, fisioterapia, farmácia, nutrição, fonoaudiologia, biomedicina, entre outras. Para concorrer, é necessário possuir registro no respectivo conselho profissional. Em muitos casos, também são exigidos título de especialista, residência ou pós-graduação na área de atuação.

Assim como em todos os blocos do CPNU 2, há reserva de vagas para pessoas negras, com deficiência e indígenas, conforme determina a legislação e os critérios definidos no edital. A seleção também considera a distribuição regional e busca ampliar a diversidade na administração pública.

O Bloco 1 reúne oportunidades em sete órgãos federais com as seguintes vagas imediatas:

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Comando da Marinha (Ministério da Defesa)

  • Enfermeiro – Terapia Intensiva: 3 vagas

Comando do Exército (Ministério da Defesa)

  • Enfermeiro – Enfermagem: 30 vagas

  • Médico – Medicina: 10 vagas

  • Assistente Social – Assistência Social: 5 vagas

  • Nutricionista – Nutrição: 5 vagas

  • Psicólogo – Psicologia: 5 vagas

Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro)

  • Pesquisador – Epidemiologia: 1 vaga

  • Pesquisador – Saúde Coletiva: 1 vaga

  • Tecnologista – Saúde Coletiva: 6 vagas

Hospital das Forças Armadas (HFA)

  • Especialista em Atividades Hospitalares – Enfermagem: 30 vagas

  • Médico – Oncologia: 2 vagas

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

  • Analista do Seguro Social – Serviço Social: 52 vagas

  • Analista do Seguro Social – Fisioterapia: 24 vagas

Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)

  • Assistente Social – Serviço Social: 80 vagas

  • Médico – Clínica Médica: 26 vagas

  • Médico – Medicina do Trabalho: 27 vagas

  • Médico – Psiquiatria: 27 vagas

  • Psicólogo – Psicologia: 12 vagas

Ministério da Saúde

  • Enfermeiro – Terapia Intensiva: 7 vagas

  • Enfermeiro – Pediatria: 5 vagas

  • Enfermeiro – Enfermagem Geral: 5 vagas

  • Psicólogo – Psicologia: 2 vagas

  • Fisioterapeuta – Fisioterapia Adulto: 24 vagas

  • Fisioterapeuta – Fisioterapia Neonatal e Pediátrica: 5 vagas

  • Médico – Clínica Geral: 12 vagas

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Remunerações e jornada de trabalho

A remuneração inicial dos cargos do Bloco 1 do CPNU 2 varia conforme a carreira e o órgão de lotação. Para os cargos médicos e da área da saúde, vinculados ao Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE), o valor inicial é de R$ 4.804,89. Após a primeira avaliação de desempenho, esse valor pode alcançar R$ 5.346,69. Esses valores são aplicáveis a médicos de diversas especialidades, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, nutricionistas e outros profissionais da saúde. A jornada de trabalho para esses cargos, em geral, é de 20 horas semanais.

Para os cargos da carreira de Ciência e Tecnologia, como pesquisadores e tecnologistas da Fundacentro e do Ministério da Saúde, a remuneração inicial é de R$ 7.710,83, podendo chegar a R$ 8.082,63 após a avaliação institucional e individual. Além disso, há retribuição adicional conforme o nível de titulação do candidato. Com isso, a remuneração inicial pode ultrapassar R$ 13 mil.

As tabelas completas com cargos, especialidades, número de vagas, salários e locais de exercício estão disponíveis no anexo do Bloco Temático 1 do edital: https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/cpnu2_anexo_blocotematico1_cnu_25f.pdf

Consulte o edital completo e o cronograma atualizado no Site do CPNU: https://www.gov.br/gestao/pt-br/concursonacional

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026

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Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.

O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.

As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.

“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

Queda histórica na criminalidade

O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.

Marcos legais estruturantes

A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.

Programa Brasil contra o Crime Organizado

Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.

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Operações e reforço institucional

A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.

Proteção das mulheres

O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.

Gestão de ativos

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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