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Cancelado debate sobre criação do Dia Nacional do Alho Brasileiro

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Foi cancelada a audiência pública da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados prevista para hoje para discutir a criação do Dia Nacional do Alho Brasileiro, a ser celebrado anualmente em 19 de abril. Não foi divulgada ainda uma nova data para a reunião.

O debate atenderia a pedido da deputada Marussa Boldrin (MDB-GO). Ela é autora do Projeto de Lei 1684/25, que cria a data comemorativa. A parlamentar afirma que o alho é uma das hortaliças mais tradicionais e valorizadas da agricultura brasileira, tendo importância vital na geração de emprego e renda no meio rural.

“A Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa) estima que a cadeia produtiva do alho gera cerca de 300 mil empregos no país, com crescimento médio de 15% ao ano, demonstrando sua expressiva contribuição para a economia e, em especial, para a agricultura familiar”, diz Marussa Boldrin.

A realização da audiência é uma exigência prevista na Lei 12.345/10, segundo a qual a criação de datas comemorativas deve ser precedida de debates públicos.

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Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova regras que definem local de ações envolvendo crianças e adolescentes

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 139/26, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para definir qual juízo deve julgar casos de interesse de pessoas com menos de 18 anos quando os pais moram em cidades diferentes.

Pelo texto, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a competência será definida pelo domicílio do detentor da guarda unilateral. Nos casos de guarda compartilhada, valerá o local da residência principal da criança ou adolescente. Se não houver uma residência principal, o processo poderá tramitar em qualquer um dos locais onde o jovem resida com os pais ou o responsável.

Atualmente, o ECA prevê como foro competente o domicílio dos pais ou do representante legal ou, na falta destes, o lugar onde se encontra a criança. No entanto, Laura Carneiro disse que a regra é insuficiente para lidar com realidades em que os pais vivem em cidades distintas.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação da proposta. “A solução atende ao interesse da criança ou do adolescente e se amolda às modalidades compartilhada e unilateral de guarda de filhos, regulando as possíveis situações em que houver mais de um domicílio ou residência envolvido”, argumentou.

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Se aprovadas, as novas regras valerão para ações relativas a interesses de crianças e adolescentes, mas não se aplicarão a processos relativos a atos infracionais.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, podendo seguir depois diretamente para o Senado, sem precisar passar pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionada pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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