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Dados e DFT pautam seminário sobre gestão de pessoas

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O uso de dados e evidências para qualificar a gestão de pessoas no serviço público federal foi tema do 3º Seminário de People Analytics, realizado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) na quarta-feira (17/6). A atividade integrou a programação do Encontro Nacional de Gestão de Pessoas (ENGP 2026) e reuniu especialistas que falaram sobre as bases que reúnem dados de diferentes áreas (conhecidas como data lakes), o dimensionamento da força de trabalho (DFT) e a geração de valor público a partir do uso estruturado de informações disponíveis.

Participaram do encontro a coordenadora-geral de Planejamento da Força de Trabalho do MGI, Lorena Ferreira; o coordenador de Planejamento da Força de Trabalho do MGI, Diego Tannús Dórea; a diretora de Governança e Inteligência de Dados do MGI, Mirian Bittencourt; o coordenador de Monitoramento e Conformidade do MGI, Samuel Farias Milanez; e Pedro Henrique Lourenço Baena, da Coordenação-Geral de Planejamento da Força de Trabalho (CGFOR) do MGI.

Durante a sessão, transmitida ao vivo pelo canal oficial do MGI no YouTube, os palestrantes trataram da transição de uma gestão de pessoas baseada em percepções isoladas para um modelo orientado por análises integradas. Segundo os participantes, o uso de data lakes pode ampliar a capacidade de diagnóstico sobre o quadro de pessoal, além de apoiar o planejamento estratégico, a alocação de servidores e a formulação de políticas de gestão de pessoas.

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Um dos destaques do seminário foi a apresentação de experiências práticas com o DFT, ferramenta que tem sido implantada em órgãos federais. A metodologia, desenvolvida pelo MGI em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), aplica coleta e análise de dados à gestão de pessoas (people analytics). O DFT oferece aos gestores informações sobre gargalos, demandas reprimidas e lacunas de competências nos órgãos — dados que ajudam a identificar necessidades de pessoal e a orientar decisões relacionadas à execução de políticas públicas.

Revista Gestão de Pessoas em Evidência

O evento também marcou o lançamento do terceiro volume da Revista Gestão de Pessoas em Evidência (RGPE), publicação dedicada ao tema de governança e inteligência de dados. A nova edição reúne reflexões teóricas, marcos regulatórios e casos práticos sobre o uso da análise de dados na gestão pública. A publicação também busca fortalecer a cultura de evidências no Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec).

A iniciativa está alinhada ao Plano Federal de Gestão de Pessoas 2030. Com o uso de people analytics, o MGI busca ampliar a capacidade de planejamento, melhorar a gestão da força de trabalho e apoiar decisões baseadas em evidências na administração pública federal.

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Acompanhe a íntegra do seminário no YouTube

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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Senad e Capes selecionam 24 projetos para ações de prevenção, cuidado e inclusão social

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Brasília, 18/6/2026 – A articulação entre ciência, extensão universitária e políticas públicas será ampliada com a implementação da Rede dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social na Política sobre Drogas (Rede Cais) Acadêmicos, linha específica do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação. A iniciativa, conduzida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad/MJSP) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reunirá 24 universidades e institutos federais para desenvolver ações de inclusão social, prevenção e promoção de direitos em comunidades em situação de vulnerabilidade.

Com investimento superior a R$ 25 milhões, o programa estrutura a Rede Cais Acadêmicos, com atuação em todo o País. As instituições contempladas estão distribuídas pelas cinco regiões brasileiras, consolidando uma rede nacional voltada ao desenvolvimento de tecnologias sociais e à produção de conhecimento aplicado às realidades locais.

A ação integra a estratégia da Senad de impulsionar atividades de prevenção e cuidado, promovendo a articulação entre universidades, comunidades e serviços públicos para enfrentar desafios relacionados ao uso de álcool e outras drogas, à vulnerabilidade social e à garantia de direitos.

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Para a secretária nacional da Senad, Marta Machado, o programa representa mais um avanço na política sobre drogas no Brasil.

“Estamos falando de um investimento robusto de mais de R$ 25 milhões em ciência, pesquisa e extensão universitária. O objetivo é transformar conhecimento em novas tecnologias sociais e fortalecer a presença da política pública nos territórios mais vulnerabilizados”, ressalta.

Segundo a secretária, a rede selecionada terá alcance nacional inédito e contribuirá para ampliar o acesso a direitos fundamentais.

“Os centros vão atuar promovendo redução de riscos e danos, acolhimento, atenção psicossocial e, acima de tudo, o acesso aos direitos fundamentais. Essa é a materialização da nossa estratégia de prevenção ampliada”, afirma.

Rede nacional

Além de fomentar pesquisas e ações extensionistas, o programa busca produzir evidências e metodologias que possam subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção, ao cuidado e à garantia de direitos de populações em situação de vulnerabilidade.

A expectativa é que a Rede Cais Acadêmicos contribua para reforçar a presença territorial das ações da Senad e aprimorar a articulação entre Governo Federal, instituições de ensino e sociedade civil, promovendo respostas mais qualificadas e integradas aos desafios sociais relacionados à política sobre drogas.

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Os projetos selecionados receberão bolsas e recursos de custeio para desenvolver as atividades previstas ao longo dos próximos anos. O resultado do edital foi divulgado em 11 de junho e está disponível aqui.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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