Search
Close this search box.
CUIABÁ
Search
Close this search box.

VÁRZEA GRANDE

Várzea Grande amplia transporte coletivo e reforça sinalização para garantir acesso ao Centro de Reabilitação

Publicados

VÁRZEA GRANDE

A Prefeitura de Várzea Grande reforça as ações voltadas à mobilidade urbana e à segurança viária com a implantação da nova Linha 958 – Centro de Reabilitação x Terminal André Maggi (via Prefeitura) e com a realização de melhorias na sinalização viária nas proximidades do novo Centro de Reabilitação. A iniciativa é conduzida pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana e integra o conjunto de medidas que buscam garantir mais acessibilidade, organização do trânsito e segurança para os cidadãos.

A nova linha de transporte coletivo começa a operar a partir desta terça-feira, 10 de março, ampliando as opções de deslocamento para a população que utiliza diariamente o transporte público no município. O itinerário fará a ligação entre o Terminal André Maggi e o Centro de Reabilitação, passando por importantes avenidas e ruas da cidade, incluindo trechos estratégicos próximos à Prefeitura Municipal.

Para garantir que a circulação dos ônibus e o embarque e desembarque de passageiros ocorram de forma segura e organizada, a Secretaria intensificou os serviços de sinalização viária na região. As equipes realizaram a implantação de placas, pintura de solo e demarcação dos pontos de parada do transporte coletivo, especialmente nas proximidades e em frente ao Centro de Reabilitação.

Leia Também:  Editora apresenta Programa de Alfabetização para alunos da rede municipal com TEA  

Além da sinalização específica da nova linha, os trabalhos também contemplaram a área da ponte nova e vias de acesso, reforçando a orientação para motoristas e pedestres que circulam pelo local. A base da estrutura de parada de ônibus já foi preparada e a montagem completa do ponto deve ocorrer até esta terça-feira, com previsão de conclusão total da estrutura até quarta-feira.

O coordenador municipal de Mobilidade Urbana, Cidomar de Arruda Velo, destaca que a implantação da linha e das melhorias na sinalização atende a uma demanda da população e busca garantir mais segurança e eficiência no deslocamento urbano.

“Essa nova linha foi planejada para melhorar a conexão entre pontos importantes do município, principalmente para quem precisa acessar serviços de saúde e a região central. Além disso, toda a sinalização foi preparada para garantir que o embarque e o desembarque ocorram com segurança, tanto para os passageiros quanto para quem circula pela região”, explicou.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Ronei Scarton Júnior, reforça que a ampliação do transporte coletivo e a organização do trânsito fazem parte do compromisso da gestão municipal com a qualidade dos serviços públicos.

Leia Também:  Secretaria de Viação e Obras acompanha automação da ETA Barra do Pari

“Estamos trabalhando para tornar o transporte coletivo mais eficiente e acessível. A implantação da linha 958, junto com toda a sinalização no entorno do Centro de Reabilitação, demonstra a preocupação da gestão em oferecer mobilidade com segurança e acessibilidade para a população de Várzea Grande”, afirmou.

A nova linha já começa a operar nesta terça-feira, acompanhando a inauguração do prédio do Centro de Reabilitação. O atendimento ao público no local está previsto para iniciar na quinta-feira (12). A Secretaria informa ainda que poderão ser realizados ajustes operacionais na linha e na organização do trânsito, caso necessário, para garantir o melhor atendimento aos usuários do sistema de transporte coletivo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

VÁRZEA GRANDE

Zoonoses de Várzea Grande faz alerta para alta de casos positivos e pede atenção da população aos sinais da doença

Publicados

em

.

Várzea Grande sempre foi uma região considerada endêmica para a Leishmaniose Visceral Canina (LVC), uma doença de caráter zoonótico causada por um protozoário do gênero Leishimania, transmitida pela picada do mosquito-palha e portanto afetando tanto humanos quanto animais. Não passa diretamente de uma pessoa para outra, no entanto, começa silenciosa e justamente por isso, vai se proliferando por meio do ataque dos mosquitos palhas, pois precisa do mosquito Lutzomyia longipalpis e outras espécies do gênero para disseminação da doença.

No ambiente urbano, o cão atua como o principal reservatório do protozoário. Portanto, o aumento de casos nos animais eleva diretamente o risco de contágio para os seres humanos.

Como explica o Médico Veterinário e Responsável Técnico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ VG), Luciano Miranda, a pressão da doença no Município deixa as autoridades em Saúde Pública sempre em alerta. “Somente neste ano, de janeiro a junho, já registramos quase 500 testes realizados em animais suspeitos de LVC em Várzea Grande. Uma das explicações para alta incidência está no avanço do desmatamento urbano, com as habitações e a circulação de pessoas avançando cada vez mais nessas regiões. Um exemplo dessa realidade no Município é a região do Jardim Maringá, em plena expansão, e concidentemente tendio um aumento de sua incidência nessa região.

Apesar do bairro ser destaque nesse mapeamento, o Médico Veterinário faz questão de ressaltar que a doença não pode mais ser ‘marginalizada’, pois já se encontram casos de cães positivos que vivem com seus tutores em apartamentos. Essa constatação só reforça o sinal de alerta para a prevenção e cuidados com nossos pets”.

SINAIS DE ALERTA – O Dr. Luciano chama à atenção para sintomas clássicos como o emagrecimento sem sentido algum, onde o animal muitas vezes está comendo bem, porém o pet nunca engorda e fica na situação cada vez mais de emagrecimento. Isso porque provavelmente a doença já atingiu fígado, o baço, que são um dos órgãos mais acometidos pela doença. No geral o animal come, mas o fígado atacado e inflamado, não consegue atuar de forma normal em seu auxílio à digestão, levando ao emagrecimento progressivo. Além do emagrecimento, existem as feridinhas, queda de pelos, etc onde essas feridas acabam por nunca se cicatrizarem, principalmente em extremidades de focinho e pavilhão auricular, etc. Em relação à crença de que unhas compridas são sinal de leishmaniose, Miranda esclarece que nem sempre essa observação é o suficiente para se condenar um animalzinho, pois fatores externos, como o piso liso farão com que o cãozinho não tenha o desfaste de suas unhas. Aí existem pessoas que por causa da unha trazem o cãozinho no CCZ para eutanásia”.

Leia Também:  Gabarito preliminar e caderno de provas do seletivo da Prefeitura de Várzea Grande são divulgados

Sobre a eutanásia, ela só é feita no CCZ VG quando há comprovação do diagnóstico da doença, conforme determinação do Ministério da Saúde. “O diagnóstico é essencial, pois hão doenças que parecem ser a leishmaniose sendo confundidas com a mesma, daí sendo interessante fazermos os testes diagnósticos para a comprovação ou não da doença. Dentre doenças que podem ser confundidas com a Leishimaniose, temos

doenças bacterianas, fúngicas, doenças auto imunes e até mesmo a sarna. “Infelizmente a população muitas vezes chega aqui impondo eutanásia no animal sem qualquer comprovação. Diante da nossa negativa em relação ao sacrifício, há agressões com palavras e ameaças de todo tipo”, lamenta.

Em caso de suspeita, o tutor pode levar o animalzinho até o CCZ VG para realizar a testagem e confirmação ou não da doença. O CCZ diariamente realiza o teste de triagem dos casos suspeitos sendo o diagnóstico final realizado pelo laboratório do Estado (Lacen), necessitando assim da comprovação de todos os testes citados para a comprovação da doença.

“A população em geral precisa entender que cachorro com excesso de carrapatos, cachorro com viroses como Parvovirose e Cinomose não são casos de atendimento do CCZ por não se tratarem de zoonoses. Nós não somos centro de descarte de animais. Somos um centro de controle e prevenção de zoonoses”, desabafa o Responsável Técnico.

Leia Também:  Flávia Moretti abre Semana Pedagógica com foco na educação de qualidade

MANEJO – A equipe veterinária do setor de monitoramento de zoonoses reforça que os números refletem uma urgência de mobilização social. “Precisamos que a população entenda que o combate ao vetor é a única forma de interromper essa cadeia de transmissão e esse combate é o mesmo que vale para o Aedes aegypti”, reforça o Médico Veterinário.

Como não há campanhas públicas de vacinação em massa contra a leishmaniose voltadas para animais, as diretrizes do Ministério da Saúde focam no manejo ambiental e na proteção individual dos cães. A recomendação técnica principal foca no uso de barreiras químicas e físicas.

“O uso contínuo de coleiras repelentes à base de deltametrina e a limpeza rigorosa de quintais, eliminando folhas e frutos caídos (matéria úmida) são no entanto as únicas barreiras eficientes para proteger as famílias e os pets”, completa.

SERVIÇO – Os moradores que precisarem realizar testes em seus animais ou denunciar focos de alta infestação podem entrar em contato com o CCZ de Várzea Grande em horário comercial, localizado na Rua 42, Bairro Jardim Paiaguás I, ou, pelo (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA