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Praias urbanas, história secular e a moqueca que é identidade local no litoral capixaba

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Com a chegada do verão no dia 21 de dezembro, Vila Velha (ES) se torna um dos destinos mais vibrantes da região Sudeste do Brasil. A cidade oferece o equilíbrio ideal entre a agitação de uma metrópole litorânea e a tranquilidade de suas belezas naturais. Vizinho de Vitória, capital do estado, o município convida o turista a dias de sol intenso, banhos de mar refrescantes e a um “mergulho” na história do Brasil.

O verão em Vila Velha é um estilo de vida. O calçadão tem movimento desde as primeiras horas da manhã com esportistas e famílias, enquanto os quiosques à beira-mar garantem o agito até o anoitecer. Na estação, as águas ficam mais claras e a cidade reforça sua vocação para receber quem busca diversão e cultura na medida certa.

PRAIAS – Com 32 quilômetros de litoral, Vila Velha possui opções para todos os gostos, desde praias urbanas até as mais reservadas:

– Praia da Costa: a mais nobre e famosa da cidade. Tem águas calmas e limpas pela manhã, ideais para famílias, e um calçadão movimentado, repleto de quiosques, hotéis e restaurantes.

– Praia de Itapoã: é o ponto de encontro de jovens e pescadores locais. Destaque para a Ilha de Pituã, acessível de barco ou caiaque, que forma piscinas naturais incríveis.

– Praia de Itaparica: com ondas mais fortes e águas claras, é a preferida dos surfistas e de quem curte uma orla com visual moderno e quiosques gastronômicos animados.

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– Barra do Jucu: um vilarejo que mistura praia, surfe e cultura. Oferece um clima rústico encantador, onde o Rio Jucu encontra o mar.

– Ponta da Fruta: destino tranquilo com águas rasas e mansas, perfeito para crianças e quem busca sossego longe da agitação urbana.

DIVERSÃO – Vila Velha é a cidade mais antiga do Espírito Santo e proporciona atrações que vão muito além de praias:

– Convento da Penha: um dos principais cartões-postais do estado. Localizado no alto de um penhasco, o santuário, do ano de 1558, oferece uma vista panorâmica de tirar o fôlego das cidades de Vila Velha e Vitória.

– Morro do Moreno: para os aventureiros, subir o morro garante um nascer ou pôr do sol espetacular, com vista para a Baía de Vitória.

– Fábrica de Chocolates Garoto: uma das atrações mais “doces” do Brasil. O turista pode visitar o museu e a loja da unidade, sentindo o aroma de chocolate que perfuma a cidade.

– Farol de Santa Luzia: situado na Praia da Costa, é um local histórico charmoso, ideal para fotos e a observação da entrada de navios na região.

– Museu Vale: localizado na antiga Estação Pedro Nolasco, abriga exposições de arte contemporânea e um café em um antigo vagão de trem.

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CULINÁRIA – A gastronomia capixaba constitui um capítulo à parte. A regra é clara: Moqueca Capixaba. Preparada na autêntica panela de barro, o prato tem peixe ou camarão, sem azeite de dendê. Outro destaque fica por conta da Torta Capixaba, um prato com siri, camarão, ostra e palmito. Para petiscar na praia, o caranguejo toc-toc e os peroás fritos são pedidas obrigatórias.

COMO CHEGAR – Quem chega de avião desembarca no Aeroporto de Vitória, que fica a cerca de 15 quilômetros de Vila Velha, e o trajeto entre as duas cidades é feito rapidamente por meio de pontes. Para aqueles que viajam de carro ou ônibus, o acesso se dá principalmente pelas rodovias BR-101, que corta o litoral brasileiro, e BR-262, que conecta o estado a Minas Gerais e ao centro do país.

CONHEÇA O BRASIL – O Programa “Conheça o Brasil: Voando” tem como objetivo incentivar e facilitar viagens de brasileiros dentro do país. A iniciativa do Ministério do Turismo, em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e empresas aéreas, reúne esforços no sentido de democratizar o acesso à aviação civil e reduzir custos operacionais na área. As ações contribuem para aprimorar o ambiente de negócios e ampliar a competitividade do mercado aéreo nacional.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil

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Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.

Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.

Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.

O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.

O que fazer

Entre os principais atrativos estão:

  • Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.

  • Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.

  • Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.

  • Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.

  • Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.

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Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.

Quando visitar

São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.

Entre os principais eventos estão:

  • Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.

  • Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.

  • Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.

  • Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.

  • Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.

Como chegar

São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.

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Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.

Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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