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Projeto ZUPT leva às escolas municipais conscientização sobre o uso responsável da energia

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Com atividades interativas e educativas, iniciativa busca ensinar estudantes da sobre a importância da energia no dia a dia.

Os estudantes das escolas municipais Aureliano Pereira da Silva, Jardim Amazônia e Cemeis Mundo do Saber estão embarcando em uma experiência transformadora de aprendizado, em que educação, sustentabilidade e cidadania caminham lado a lado. Por meio do projeto educacional ZUPT – A Energia da Vida, desenvolvido pela Energisa em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, crianças e educadores estão descobrindo, de forma leve, dinâmica e envolvente, como o uso consciente da energia elétrica pode impactar positivamente o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas.

Voltada aos estudantes da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), a iniciativa utiliza uma metodologia inovadora, com atividades desenvolvidas de forma interativa e participativa. As ações unem conteúdos educativos, experiências práticas, recursos físicos e ferramentas modernas de aprendizagem, tornando o processo de ensino mais dinâmico e envolvente. O programa segue as diretrizes do Procel – Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, permitindo que os educadores adaptem as experiências pedagógicas conforme a realidade e as necessidades de cada turma.

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As escolas também receberam os kits pedagógicos do Projeto ZUPT, com materiais que auxiliam os educadores no desenvolvimento das atividades em sala de aula, visando reforçar valores ligados à cidadania planetária, ao cuidado com os recursos naturais e despertar nos alunos um sentimento de responsabilidade coletiva que pode alcançar toda a comunidade.

Os alunos também puderam conhecer uma das Unidades Móveis Educacionais (UME), espaço preparado com tecnologias interativas, jogos e experiências lúdicas que tornam o aprendizado mais divertido. “A energia é um recurso valioso que precisa ser utilizado com consciência, respeito e responsabilidade”, pontuou o aluno Davi Novaes dos Santos da Escola Aureliano.

A coordenadora Ivane Cristina, do Cemeis Mundo do Saber, ressalta que a iniciativa ajuda os alunos a entender a temática de uma forma diferente. “Trabalhar temas como sustentabilidade e consumo consciente desde cedo é investir em uma geração mais responsável, mais humana e mais preparada para cuidar do futuro. Eles puderam compreender que atitudes simples do cotidiano, como apagar as luzes ao sair de um ambiente, evitar desperdícios e utilizar a energia de forma segura, podem contribuir para um futuro mais sustentável.”

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Para a Secretária de Educação, Adriana Reichert, essa iniciativa experiência desperta nos estudantes reflexão, curiosidade e participação. “O que começa como uma simples atividade educativa se transforma gradualmente em hábito, gera conversas em família e promove mudanças reais de comportamento”, complementa.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Ministério da Saúde cria fórum nacional para combater desigualdades no trabalho e na formação do SUS

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Em mais uma agenda voltada à promoção da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde lançou o Fórum Permanente dos Comitês de Equidade no âmbito da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. O lançamento ocorreu durante o Encontro Nacional realizado nos dias 13 e 14 de maio, em Brasília. O objetivo é fortalecer a articulação nacional entre os comitês estaduais, ampliar o diálogo entre os territórios e consolidar espaços de construção coletiva para promoção da equidade no trabalho e na educação em saúde no SUS. A iniciativa também busca impulsionar a participação social e compartilhar experiências exitosas desenvolvidas nos estados e municípios. 

Os Comitês de Equidade no âmbito do Trabalho e Educação no SUS são uma estratégia criada para fomentar, articular e acompanhar ações do Programa Nacional de Equidade nas esferas estadual, municipal e distrital. O foco está na promoção da equidade de gênero, raça e etnia, além do enfrentamento das violências, preconceitos e discriminações no ambiente de trabalho e na formação em saúde. Atualmente, os 21 comitês já instituídos atuam de forma integrada com as áreas de gestão do trabalho e da educação para fortalecer a valorização das trabalhadoras e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em parceria com estados, municípios e Distrito Federal, o Fórum atuará no fortalecimento e na consolidação dos comitês regionais, incentivando a autonomia e a sustentabilidade das ações nos territórios. A proposta também é subsidiar a tomada de decisão do Ministério da Saúde e de outras instâncias governamentais, além de dar visibilidade às experiências construídas localmente. 

“A criação do Fórum vai permitir que a gente conecte as experiências dos estados e municípios, fortalecendo uma rede nacional de troca e aprendizado. Existem experiências muito potentes acontecendo nos territórios e queremos que elas inspirem outros caminhos e novas soluções. A ideia é justamente fortalecer essa articulação nacional e ampliar o diálogo entre os comitês”, destacou a coordenadora-geral de Ações Estratégicas de Educação na Saúde, Erika de Almeida. 

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Valorização das trabalhadoras do SUS 

Com orçamento superior a R$ 41 milhões, o Programa Nacional de Equidade tem como foco enfrentar desigualdades estruturais vividas pelas trabalhadoras e trabalhadores do SUS, promovendo melhores condições de trabalho e valorização profissional. Desenvolvido pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o programa vem fortalecendo ações para construção de ambientes mais inclusivos, respeitosos e livres de discriminação, com iniciativas voltadas à equidade de gênero e étnico-racial em todas as regiões do país. 

O secretário-adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Jérzey Timóteo, ressaltou que colocar a equidade no centro das políticas públicas é também enfrentar desigualdades históricas que impactam diretamente a saúde da população. 

“Trazer a equidade para o centro da gestão do SUS é reconhecer que a desigualdade também adoece. A pandemia evidenciou isso de forma muito forte, especialmente para segmentos historicamente invisibilizados e para trabalhadoras negras, que muitas vezes ocupam posições mais precarizadas dentro do sistema de saúde. O programa surge justamente para enfrentar essas desigualdades e construir relações de trabalho mais justas e humanas”, afirmou. 

Para o secretário Timóteo, o fortalecimento dos comitês e dos espaços de diálogo também amplia a capacidade de construção coletiva dentro do SUS. “Quanto mais equitativo for o sistema, mais capacidade teremos de produzir cuidado de qualidade para brasileiros e brasileiras. Essa é uma agenda transversal e estratégica para todas as ações do Ministério da Saúde”, completou. 

Impacto para o povo brasileiro 

Com a criação do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS, o Governo do Brasil passou a reconhecer de forma estruturada a diversidade que compõe o SUS e a colocar a equidade como um eixo central da gestão do trabalho e da educação na saúde. 

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Historicamente, a ausência de diretrizes coordenadas limitou o enfrentamento das desigualdades, muitas vezes tratadas como temas periféricos nas políticas públicas. O programa busca mudar essa lógica ao investir na formação, qualificação e valorização da força de trabalho do SUS, refletindo diretamente na qualidade do atendimento prestado à população. 

A proposta é fortalecer uma abordagem mais humanizada, sensível às diversidades e capaz de ampliar o acesso, qualificar o cuidado e aumentar a capacidade do sistema público de saúde de responder às diferentes realidades da população brasileira. 

Atualmente, os Comitês de Equidade já estão presentes em 21 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Piauí, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Pará, Tocantins, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. 

Desde sua criação, o programa também realizou 11 oficinas regionais e duas oficinas nacionais, reunindo 1.612 participantes de todas as regiões do país. Além disso, foi criada a Especialização e Aprimoramento em Equidade, que formou 558 pessoas na primeira turma e conta atualmente com 1.025 participantes na segunda edição. 

Em parceria com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), também foram desenvolvidos cursos autoinstrucionais sobre o Programa Nacional de Equidade e Interculturalidade Indígena. Já em 2025, uma das iniciativas lançadas foi a coletânea Cadernos de Equidade, ampliando a produção e disseminação de conhecimento sobre o tema. 

Conheça o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras no SUS

Nádia Conceição
Ministério da Saúde  

Fonte: Ministério da Saúde

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