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No dia 19, Prefeitura faz a entrega simbólica do novo trecho da Avenida Claudino Francio

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Novo corredor logístico foi criado na Zona Oeste da cidade

Duplicação, pavimentação, sinalização, paisagismo. Será oficialmente entregue a obra de duplicação da Avenida Claudino Francio. Desde 2023, a Prefeitura, de maneira integrada e articulada entre várias pastas, vem trabalhando para modernizar a mobilidade urbana em seu eixo Oeste, na região do Jardim Carolina.

Nesta terça-feira (19 de maio), às 8h, na rotatória da Avenida Claudino Francio que dá acesso ao Bairro São José, a Administração Municipal fará a cerimônia de entrega simbólica da obra.

Com equipes e equipamentos próprios da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra), foram executadas, gradativamente, as obras de duplicação, drenagem e pavimentação da Avenida Claudino Francio, com o objetivo de estabelecer uma nova ligação com a MT-560, criando mais um corredor logístico em direção a Lucas do Rio Verde.

O trabalho foi feito gradativamente, em quatro trechos e também contou com o apoio técnico da Secretaria da Cidade (Semcid). A primeira etapa foi prolongada ainda em 2023. O segundo trecho, com uma área total de 3.370 m², resultou na pavimentação de 420 metros de pista dupla com 7,10 metros de largura e canteiro central de 3 metros.

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O terceiro trecho, com um total de 2.674,35 m² de pavimento, permitiu o asfaltamento de 281 metros de via, igualmente com pista dupla de 7,10 metros e canteiro central de 3 metros

O quarto e último trecho, que interligou a Claudino à Avenida Noemia Dalmolin, contou com 2.288 m² de área total pavimentada com CBUQ 286 metros lineares, com a mesma dimensão de pista e canteiro central dos outros trechos.

Ao todo, o investimento, somente na pavimentação e drenagem, superou os R$ 2 milhões em materiais.

Depois do trabalho da Sintra, quem entrou em campo, para fazer o paisagismo dos canteiros da via, foi o time da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Sama). O trecho duplicado da Claudino recebeu o plantio de mudas de ipês, intercalando entre o branco e o amarelo, além da criação de um tapete verde. A escolha da espécie foi intencional: o amarelo tem a floração entre junho e julho; e o branco, entre agosto e setembro, garantindo assim três meses de floração em todo o sentido da via.

O tapete verde foi aproveitado de outra avenida, a Blumenau, onde foi construído o prolongamento da ciclovia. Já as mudas de ipê foram todas produzidas no próprio Horto Municipal Sebastião Almeida da Silva.

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Para garantir trânsito ordenado no novo trecho, a Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep) efetuou toda a sinalização, tanto vertical, quanto horizontal. Uma das preocupações dos moradores, o acesso à Rua Maria Regina Ferreira Bormann contou com retorno. Para garantir a segurança dos pedestres que precisam acessar a Maria Regina também foi instalada uma faixa elevada na Claudino Francio.

“Um trabalho de equipe, focado em melhorar a mobilidade urbana, desafogar o trânsito, reduzir o tempo de deslocamento e, principalmente, garantir tudo isso com muita segurança”, destaca o prefeito Alei Fernandes.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Ministério da Saúde cria fórum nacional para combater desigualdades no trabalho e na formação do SUS

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Em mais uma agenda voltada à promoção da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde lançou o Fórum Permanente dos Comitês de Equidade no âmbito da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. O lançamento ocorreu durante o Encontro Nacional realizado nos dias 13 e 14 de maio, em Brasília. O objetivo é fortalecer a articulação nacional entre os comitês estaduais, ampliar o diálogo entre os territórios e consolidar espaços de construção coletiva para promoção da equidade no trabalho e na educação em saúde no SUS. A iniciativa também busca impulsionar a participação social e compartilhar experiências exitosas desenvolvidas nos estados e municípios. 

Os Comitês de Equidade no âmbito do Trabalho e Educação no SUS são uma estratégia criada para fomentar, articular e acompanhar ações do Programa Nacional de Equidade nas esferas estadual, municipal e distrital. O foco está na promoção da equidade de gênero, raça e etnia, além do enfrentamento das violências, preconceitos e discriminações no ambiente de trabalho e na formação em saúde. Atualmente, os 21 comitês já instituídos atuam de forma integrada com as áreas de gestão do trabalho e da educação para fortalecer a valorização das trabalhadoras e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em parceria com estados, municípios e Distrito Federal, o Fórum atuará no fortalecimento e na consolidação dos comitês regionais, incentivando a autonomia e a sustentabilidade das ações nos territórios. A proposta também é subsidiar a tomada de decisão do Ministério da Saúde e de outras instâncias governamentais, além de dar visibilidade às experiências construídas localmente. 

“A criação do Fórum vai permitir que a gente conecte as experiências dos estados e municípios, fortalecendo uma rede nacional de troca e aprendizado. Existem experiências muito potentes acontecendo nos territórios e queremos que elas inspirem outros caminhos e novas soluções. A ideia é justamente fortalecer essa articulação nacional e ampliar o diálogo entre os comitês”, destacou a coordenadora-geral de Ações Estratégicas de Educação na Saúde, Erika de Almeida. 

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Valorização das trabalhadoras do SUS 

Com orçamento superior a R$ 41 milhões, o Programa Nacional de Equidade tem como foco enfrentar desigualdades estruturais vividas pelas trabalhadoras e trabalhadores do SUS, promovendo melhores condições de trabalho e valorização profissional. Desenvolvido pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o programa vem fortalecendo ações para construção de ambientes mais inclusivos, respeitosos e livres de discriminação, com iniciativas voltadas à equidade de gênero e étnico-racial em todas as regiões do país. 

O secretário-adjunto de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Jérzey Timóteo, ressaltou que colocar a equidade no centro das políticas públicas é também enfrentar desigualdades históricas que impactam diretamente a saúde da população. 

“Trazer a equidade para o centro da gestão do SUS é reconhecer que a desigualdade também adoece. A pandemia evidenciou isso de forma muito forte, especialmente para segmentos historicamente invisibilizados e para trabalhadoras negras, que muitas vezes ocupam posições mais precarizadas dentro do sistema de saúde. O programa surge justamente para enfrentar essas desigualdades e construir relações de trabalho mais justas e humanas”, afirmou. 

Para o secretário Timóteo, o fortalecimento dos comitês e dos espaços de diálogo também amplia a capacidade de construção coletiva dentro do SUS. “Quanto mais equitativo for o sistema, mais capacidade teremos de produzir cuidado de qualidade para brasileiros e brasileiras. Essa é uma agenda transversal e estratégica para todas as ações do Ministério da Saúde”, completou. 

Impacto para o povo brasileiro 

Com a criação do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS, o Governo do Brasil passou a reconhecer de forma estruturada a diversidade que compõe o SUS e a colocar a equidade como um eixo central da gestão do trabalho e da educação na saúde. 

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Historicamente, a ausência de diretrizes coordenadas limitou o enfrentamento das desigualdades, muitas vezes tratadas como temas periféricos nas políticas públicas. O programa busca mudar essa lógica ao investir na formação, qualificação e valorização da força de trabalho do SUS, refletindo diretamente na qualidade do atendimento prestado à população. 

A proposta é fortalecer uma abordagem mais humanizada, sensível às diversidades e capaz de ampliar o acesso, qualificar o cuidado e aumentar a capacidade do sistema público de saúde de responder às diferentes realidades da população brasileira. 

Atualmente, os Comitês de Equidade já estão presentes em 21 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Piauí, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Pará, Tocantins, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. 

Desde sua criação, o programa também realizou 11 oficinas regionais e duas oficinas nacionais, reunindo 1.612 participantes de todas as regiões do país. Além disso, foi criada a Especialização e Aprimoramento em Equidade, que formou 558 pessoas na primeira turma e conta atualmente com 1.025 participantes na segunda edição. 

Em parceria com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), também foram desenvolvidos cursos autoinstrucionais sobre o Programa Nacional de Equidade e Interculturalidade Indígena. Já em 2025, uma das iniciativas lançadas foi a coletânea Cadernos de Equidade, ampliando a produção e disseminação de conhecimento sobre o tema. 

Conheça o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras no SUS

Nádia Conceição
Ministério da Saúde  

Fonte: Ministério da Saúde

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