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Ministério da Saúde anuncia repasse anual de R$ 22 milhões para o Hospital da Mulher na Paraíba

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta terça-feira (5) da cerimônia de inauguração do Hospital da Mulher Dona Creuza Pires, em João Pessoa (PB), que será referência no cuidado materno-infantil e nas ações de saúde da mulher. Na ocasião, Padilha anunciou aporte anual de R$ 22 milhões para a unidade, representando aumento de 125% no repasse mensal, que passará de R$ 1,2 milhão para R$ 2,7 milhões. Ainda na agenda no estado, o ministro também anunciou a habilitação de novos serviços especializados no Complexo Hospitalar Deputado Janduhy Carneiro, no município de Patos.

“O governo está fazendo tudo isso para cuidar da mulher não só grávida, mas da adolescente, da mulher que chegou ao climatério, da vítima de câncer. Isso é um marco, porque a grande obsessão do presidente Lula, hoje, é reduzir o tempo de espera para uma cirurgia, um exame especializado. É isso que será feito aqui”, destacou o ministro Alexandre Padilha.

Entre os serviços que serão oferecidos no Hospital da Mulher estão urgência e emergência 24h, um novo modelo de atenção ao parto, nascimento e à saúde da criança, além de atendimento especializado para vítimas de violência sexual, com consultórios exclusivos, conforme o perfil da paciente.

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Reformado a partir da antiga Maternidade Frei Damião, o hospital passa a contar com 203 leitos, com investimentos de R$ 38,6 milhões do Ministério da Saúde. No âmbito do programa Agora Tem Especialistas, contará com centro cirúrgico obstétrico, ambulatório pré-natal de alto risco, Centro de Parto Normal (CPN), UTI adulta e neonatal, além de unidade de cuidado intermediário.

Foto: João Risi/MS
Foto: João Risi/MS

Habilitação de novos serviços em Patos (PB)

Ainda como parte das ações do programa Agora Tem Especialistas, o ministro Alexandre Padilha participou, pela manhã, da cerimônia de habilitação de novos serviços de alta complexidade no Complexo Hospitalar Deputado Janduhy Carneiro, em Patos (PB). A unidade foi habilitada pelo Ministério da Saúde para ofertar procedimentos de alta complexidade cardiovascular, traumatologia e ortopedia. A pasta repassará R$ 4 milhões por ano, sendo R$ 3,6 milhões destinados aos serviços cardiovasculares e R$ 475,6 mil à ortopedia e traumatologia.

“Com mais equipamentos como este, um hospital de trauma que estamos construindo, a policlínica da prefeitura, isso vai atraindo médicos especialistas para cá. O Ministério da Saúde abriu, agora, bolsas para formar médicos especialistas. Certamente, Patos vai se consolidar como um polo de formação de médicos, enfermeiros e terapeutas”, afirmou Padilha.

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O programa Agora Tem Especialistas tem como objetivo ampliar a capacidade de atendimento do SUS, reduzindo o tempo de espera por consultas com especialistas, exames e cirurgias.

Com adesão de todos os 223 municípios paraibanos, a Paraíba já realizou 23.336 cirurgias em 2025, dentro do Agora Tem Especialistas, com investimento de R$ 36,6 milhões do Ministério da Saúde. Além disso, foram registradas 223.164 Ofertas de Cuidados Integrados (OCIs), novo modelo de financiamento que remunera após o ciclo completo do cuidado, com pagamento de R$ 13,7 milhões em 2024 e previsão de outros R$ 31,9 milhões até o fim deste ano.

Foto: João Risi/MS
Foto: João Risi/MS

Mais investimentos

A exemplo de outros estados, a Paraíba tem dezenas de obras habilitadas e selecionadas no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Na área da saúde, são 62 propostas aprovadas, com investimentos superiores a R$ 567,6 milhões. Os recursos garantem ao estado novas estruturas como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Centros Especializados de Reabilitação (CER), Centros de Parto Normal (CPN), maternidades, policlínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades Odontológicas Móveis (UOM).

Olavo David
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde abre consultas públicas para atualizar tratamento da leishmaniose visceral no SUS

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O Ministério da Saúde abriu duas consultas públicas para discutir mudanças no cuidado às pessoas com leishmaniose visceral no Sistema Único de Saúde (SUS). As medidas buscam ampliar o acesso a tratamentos mais seguros e eficazes, especialmente para pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

As propostas também têm como objetivo melhorar a resposta terapêutica e aprimorar o cuidado oferecido pelo SUS. Profissionais de saúde, pesquisadores, gestores, usuários do sistema público e toda a sociedade podem participar das consultas e enviar contribuições sobre os temas em debate.

Nova associação terapêutica

Uma das medidas em discussão está na Consulta Pública nº 32, que avalia a incorporação da associação entre anfotericina B lipossomal e miltefosina para pessoas imunocomprometidas com leishmaniose visceral.

Atualmente, o SUS oferece a anfotericina B lipossomal para esse público. Estudos científicos recentes, porém, indicam que a combinação entre os medicamentos apresenta maior eficácia e pode melhorar a resposta ao tratamento, principalmente entre pessoas com maior risco de complicações.

Com base nessas análises, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) emitiu recomendação inicial favorável à adoção da associação terapêutica no SUS. As contribuições para a Consulta Pública nº 32 podem ser enviadas até o dia 11 de maio de 2026, por meio da plataforma Brasil Participativo.

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Ampliação do acesso

A Consulta Pública nº 33 discute a ampliação do uso das formulações lipídicas de anfotericina B no SUS. Hoje, a anfotericina B lipossomal está disponível apenas para grupos específicos, como gestantes, pessoas imunocomprometidas, crianças menores de um ano, pessoas com mais de 50 anos e casos graves da doença. Para os demais quadros, o tratamento é realizado, em geral, com antimoniato de meglumina.

No entanto, estudos científicos demonstram que as formulações lipídicas de anfotericina B apresentam melhores resultados terapêuticos e maior segurança quando comparadas ao antimoniato de meglumina. Diante disso, a Conitec também emitiu recomendação inicial favorável à ampliação do uso dessas formulações como principal alternativa terapêutica no SUS. As contribuições para a Consulta Pública nº 33 podem ser enviadas até o dia 25 de maio de 2026.

Os documentos disponíveis no portal da Conitec reúnem estudos e análises técnicas que embasam as propostas em discussão e ajudam a população a acompanhar as mudanças avaliadas para o tratamento da leishmaniose visceral no SUS. 

Contribua com a Consulta Pública nº 32/2026 sobre tratamento da leishmaniose visceral

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Participe da Consulta Pública nº 33/2026 sobre anfotericina B para leishmaniose visceral

João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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