SAÚDE
Edital para participar do Vivências no SUS para região Norte está aberto até 2 de abril
SAÚDE
O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com Associação Rede Unida, publicou na terça-feira (25) o Edital Nº 03/2025 para seleção de estudantes e residentes de saúde da região Norte para participarem do Programa Nacional de Vivências no Sistema Único de Saúde.
A iniciativa será realizada no formato de imersão, por sete dias em Belém (PA), com atividades teóricas e práticas no Sistema Único de Saúde (SUS).
As inscrições podem ser feitas até o dia 2 de abril, por meio de formulário
Durante a vivência, estudantes e residentes terão a oportunidade de conhecer o dia a dia de trabalho de serviços de saúde que são referência para o atendimento da população quilombola, o trabalho das comunidades para promoção de cuidado, além de outras vivências de saúde do território. São 45 vagas, 15 para cada estado – Amapá, Pará e Tocantins. Os outros estados da região Norte serão contemplados em um próximo edital.
A coordenadora-geral de Integração Ensino-Serviço-Extensão, Emille Sampaio, destaca a importância da iniciativa “a expectativa é que essa ação impulsione a formação de profissionais sensíveis à realidade da população brasileira e aos desafios do sistema público de saúde, de forma sejam atrizes e atores de uma atuação transformadora. ”
O Programa Nacional de Vivências no Sistema Único de Saúde busca fortalecer e aprimorar a formação em saúde, a partir da integração ensino-serviço-comunidade e com foco na promoção da equidade e nas mudanças dos modelos de atenção. O programa tem quatro modalidades: estudantes/residentes, gestores, movimentos sociais e docentes. Os editais para as demais modalidades serão publicados em breve.
Sarah Maximo
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Inaep amplia colegiado com especialistas de diferentes regiões do Brasil
A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, realizou na última sexta-feira (14), em Brasília, a primeira reunião ordinária com a formação completa de seus membros. A composição foi definida por meio de edital público que selecionou 30 representantes da comunidade científica, sendo 15 titulares e 15 suplentes, com representantes de todas as regiões do país, com diferentes formações e conhecimentos nas diversas áreas do saber.
O acolhimento dos selecionados foi realizado no dia anterior (13) com a participação virtual do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que destacou a pluralidade de representantes que integra o colegiado. “Ela demonstra que a ética e pesquisa é uma política de Estado, construída por diferentes órgãos e instituições, com diálogo, dependência e compromisso com o interesse público.”
Instituída em 2024, a Instância integra o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep) e é responsável por orientar e definir as diretrizes de ética em pesquisas científicas que envolvem pessoas. “Esse novo marco regulatório aproxima o país das melhores práticas internacionais, fortalece a confiança da sociedade na ciência e cria condições para que o Brasil amplie sua participação em estudos multicêntricos”, afirmou Padilha.
O ministro ressaltou ainda os resultados já alcançados desde a implementação do Sinep. Entre novembro de 2025 e julho de 2026, mais de 59 mil pesquisas envolvendo seres humanos já foram aprovadas. Atualmente, o país conta com 915 Comitês de Ética em Pesquisa credenciados, reunindo mais de 16 mil profissionais.
Diálogo e diversidade
Além dos especialistas, a Inaep é composta por representantes dos Ministérios da Saúde; da Educação; e da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap); e do Conselho Nacional de Saúde (CNS).
A articulação de um espaço diverso também foi evidenciada pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), Fernanda De Negri. “A ética é uma construção coletiva que se faz no dia a dia do diálogo entre pessoas que pensam diferente, que têm seus pontos de vista diferentes”.
Com esse entendimento, explicou a secretária, a seleção dos participantes considerou critérios como a formação acadêmica, a qualificação técnico-científica, a experiência profissional em pesquisa com seres humanos e atuação em Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs). A iniciativa estabeleceu ainda requisitos de representatividade, promoção da diversidade regional, étnico-racial e de gênero. Além disso, a participação no colegiado tem caráter voluntário e não remunerado.
Ao destacar a atuação, a coordenadora da instância, Meiruze Freitas, reiterou que “a Inaep se fortalece ao congregar diferentes perspectivas e trajetórias, o que amplia o diálogo para o desenvolvimento da pesquisa científica”.
Rodrigo Eneas
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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