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Projeto Nosso Judiciário realiza palestra em Escola Estadual de Várzea Grande

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O projeto Nosso Judiciário plantou mais uma semente da pacificação social ao levar diversas informações sobre o funcionamento da Justiça Estadual aos alunos do 7º, 8º e 9º anos da Escola Estadual Manoel Gomes, no Bairro da Manga, em Várzea Grande, na manhã dessa quarta-feira (31 de maio).
 
Com o propósito de aproximar a Justiça do cidadão, a iniciativa chamou a atenção dos estudantes que aprenderam sobre Conciliação, Direitos e Deveres do cidadão e o caráter acessível do sistema de Justiça brasileiro, que proporciona atendimento gratuito à população hipossuficiente economicamente.
 
“Aprendi que a Justiça é de graça, eu não sabia inclusive, e que a raiva não vale a pena. A própria ciência mostra que a raiva envelhece. Aprendi bastante sobre o que é um desembargador, defensor público, foi muito bom e aposto que muitos alunos aprenderam que o melhor caminho é a paz”, afirmou o estudante do 9º ano- Cleidson Gabriel Borba de Oliveira.
 
A aluna do 7º ano, Brenda Christina Alves Silva, também acompanhou atentamente as explanações, que para ela serviram até de inspiração para a escolha da carreira profissional.
 
“Achei essa palestra super boa que ensinou a não usar a Justiça um contra o outro, também aprendi sobre a função de um desembargador, um advogado, estou até pensando em ser advogada porque gosto muito de defender as pessoas”, observou.
 
Para a diretora da Escola, Lucimar de Arruda Fialho, a visita do ‘Nosso Judiciário’ é “extremamente importante por aproximar a Justiça da comunidade e vem ao encontro do projeto da escola pela Cultura de Paz. Os alunos entendem melhor sobre a importância do Tribunal para nossa sociedade, para julgar e tomar decisões. E que antes de ir à Justiça, devemos pacificar e procurar ser uma pessoa pacificadora.”, concluiu.
 
A Escola Estadual Manoel Gomes é a 122ª unidade escolar visitada pelo projeto iniciado em 2015. Nesse período, a iniciativa já atendeu mais de 28 mil alunos do ensino fundamental e médio.
 
#paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem 1: Dezenas de estudantes na sala da escola participam da palestra proferida pelo servidor do TJMT, que está ao centro, falando ao microfone com a cartilha ilustrativa em mãos.
 
Eli Cristina Azevedo
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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