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Polícia Militar prende suspeito de homicídio contra mulher em Alto Araguaia

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Policiais militares do 15º Batalhão prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (23.6), um homem, de 18 anos, suspeito por homicídio contra uma mulher, da mesma idade, no município de Alto Araguaia (423 km de Cuiabá).

As equipes foram acionadas após a denúncia de disparos de arma de fogo na Avenida Contorno, esquina com a Alameda B. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o corpo da vítima. A mulher apresentava uma perfuração na região craniana. A morte foi constatada por uma equipe do Corpo de Bombeiros.

Os policiais militares se deslocaram até a residência da vítima, no bairro Gabiroba. No local, a mãe de uma testemunha relatou que seu filho havia saído com a jovem em uma motocicleta.

Os militares localizaram o homem, que relatou ter levado a vítima até o endereço para entregar entorpecentes a um suspeito. Segundo o depoimento, ao chegar ao local, a mulher desceu do veículo, caminhou em direção ao indivíduo e foi baleada.

Após ação criminosa, a testemunha ressaltou que correu a pé e foi perseguida pelo autor dos disparos, porém não ficou ferido. Diante dos fatos, os policiais militares reforçaram as ações de policiamento tático no município e localizaram o suspeito em uma residência às margens da MT-100.

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Ao ser abordado e questionado sobre o crime, o homem apresentou versões contraditórias sobre a dinâmica dos fatos. Durante buscas na residência, os policiais apreenderam sete aparelhos celulares. Ele foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Justiça decreta prisão de policial civil aposentado a pedido do MPMT

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A pedido da 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, a Justiça decretou na terça-feira (23) a prisão preventiva de Luciano Testa, policial civil aposentado acusado de agredir um idoso dentro do elevador de um condomínio residencial na capital. A medida foi determinada para garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal e preservar a instrução criminal. A decisão, proferida pela 14ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve integralmente as medidas cautelares anteriormente impostas durante o Plantão Criminal, que continuarão vigentes de forma complementar após o cumprimento do mandado de prisão.Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a agressão ocorreu em 11 de junho de 2026 e foi precedida por uma escalada de violência. Conforme o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, ameaças registradas em boletim de ocorrência em agosto de 2025 teriam se concretizado cerca de dez meses depois, quando o investigado teria agredido com socos e chutes um idoso de 62 anos, inclusive após a vítima cair ao chão. A esposa do idoso, que tentou intervir, também teria sido agredida e vítima de importunação sexual.Na manifestação, o MPMT argumentou que o acusado deixou o local antes da chegada da Polícia Militar e não foi encontrado em duas tentativas de intimação judicial, circunstâncias que reforçam o risco de evasão e de descumprimento de determinações judiciais. Para o Ministério Público, a sequência dos fatos evidencia a periculosidade do investigado, que é policial civil aposentado, possui treinamento em operações táticas especiais e acesso facilitado a armamentos. O órgão também sustenta que, em razão de sua condição funcional e rede de contatos, ele teria potencial para interferir na produção de provas e no depoimento de vítimas e testemunhas.O MPMT defendeu ainda que as medidas cautelares anteriormente impostas se mostraram insuficientes para neutralizar os riscos do caso, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio, compartilhando áreas comuns como elevadores, hall de entrada e garagem, o que mantém a possibilidade de novos confrontos.A Justiça reconheceu que a prisão preventiva é necessária. Na decisão, o juiz João Bosco Soares da Silva destacou a gravidade das agressões, a escalada de violência registrada desde 2025, o risco de novas investidas contra as vítimas e a insuficiência das medidas cautelares anteriormente impostas, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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