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Poder Judiciário de Mato Grosso

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O Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais e a Corregedoria Geral da Justiça de Mato Grosso celebraram, na tarde de sexta-feira (24 de fevereiro), Protocolo de Reciprocidade com o objetivo de integrar as atividades a serem desenvolvidas no Sistema dos Juizados Especiais.

 
O acordo visa à melhoria na prestação de serviços, padronização dos processos de trabalho executados por magistrados(as), servidores(as) e demais profissionais que desenvolvem as ações e projetos no microssistema dos Juizados Especiais. O protocolo também vai possibilitar o aprimoramento da estrutura administrativa e dos serviços judiciários oferecidos de forma transparente e eficiente, conforme prevê os preceitos legais e morais da administração pública.
 
Na visão da desembargadora Clarice Claudino, o acordo de reciprocidade faz com que a Justiça, especialmente por meio dos(as) magistrados(as), reafirme as obrigações, as possibilidades e se mobilize em pontos que precisam de aprimoramento. “Vemos com muita esperança essa união, esse trabalho harmônico da Supervisão dos Juizados Especiais e da Corregedoria, que só tende a fortalecer a todo o sistema judicial”, assinalou a presidente do Judiciário.
 
A desembargadora reforçou afirmando que os dois colegas, os desembargadores Marcos Machado e Juvenal Pereira, se dão as mãos em prol da melhor entrega do serviço jurisdicional, do serviço público, e dos(as) cidadãos(ãs). “Parabenizo aos dois desembargadores pela iniciativa”, finalizou a presidente.
 
Segundo o presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, desembargador Marcos Machado, essa reciprocidade tem como finalidade aproximar-se dos anseios dos cidadãos e cidadãs com o propósito de dar efetividade aos princípios norteadores do microssistema dos juizados especiais, estabelecidos pela Lei 9.099, de 1995, que trata sobre oralidade, informalidade, economia processual e celeridade.
 
Entre as ações de reciprocidade estabelecidas estão à promoção de encontros regionais e estaduais de juízes e juizados especiais; cursos de preparação e aperfeiçoamento de magistrados(as), conciliadores(as) e servidores(as) dos juizados por meio de parcerias com a Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT) e/ou Escola dos Servidores; elaboração de projetos sociais no âmbito dos Juizados Especiais, e viabilizar convênios com entidades públicas e privadas para possibilitar a correta aplicação e fiscalização de penas e medidas alternativas e atendimento aos usuários de drogas.
 
“Todas as atividades pontuadas no termo têm posição concreta e básica para garantir a eficiência e transparência da tutela jurisdicional”, destacou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, frisando o envolvimento e compromisso da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino da Silva, que não mede esforços para garantir a melhoria da qualidade da prestação do serviço judicial.
 
A cerimônia de assinatura do Protocolo de Reciprocidade contou com presença, além da presidente do Tribunal de Justiça, do Corregedor Geral da Justiça e do Presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais, dos juízes Emerson Luís Pereira Cajango, auxiliar da Corregedoria, e Marcelo Sebastião Prado de Moraes, coordenador do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais.
 
Também prestigiaram a solenidade juízes auxiliares da Presidência e da Corregedoria Geral da Justiça, de juízes dos Juizados Especiais e servidores e servidoras do Tribunal de Justiça.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição das imagens: Foto1 – imagem colorida em formato horizontal da solenidade com destaque para a meda de autoridades. Foto 2 – imagem colorida em formato horizontal da presidente assinando o Protocolo de Reciprocidade.
 
 
Álvaro Marinho/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

 

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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