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Governo de MT, AL, Poder Judiciário e Prefeitura de Cuiabá se reúnem para regularizar bairros Paraisópolis e Silvanópolis

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O Governo de Mato Grosso, Assembleia Legislativa, Poder Judiciário e Prefeitura de Cuiabá iniciaram, nesta terça-feira (16.6), as tratativas para viabilizar a regularização fundiária e a urbanização dos bairros Paraisópolis e Silvanópolis, em Cuiabá. A área enfrenta impasses há mais de 20 anos e cerca de 1.800 famílias vivem na região.

“Precisamos fazer a regularização fundiária e a urbanização desses bairros. O Estado vai fazer a sua parte, o município vai fazer a dele e nós vamos juntos resolver uma situação que já dura mais de 20 anos. Não queremos transferir o problema. Queremos achar uma solução. O importante é construir um caminho que permita resolver essa situação de forma organizada”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

Também acompanharam a reunião representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Câmara de Vereadores e moradores das áreas.

A área ocupada pelos moradores está localizada em uma Zona de Interesse Ambiental (ZIA), o que tornou o processo de regularização mais complexo e exigiu a participação de diferentes instituições na busca por uma alternativa para a comunidade.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini afirmou que a reunião representa um avanço importante para atender uma demanda histórica dos moradores.

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“Em parceria com o Governo do Estado, Ministério Público, Defensoria Pública e todos os entes envolvidos, vamos construir uma solução para regularizar a situação do Silvanópolis, do Paraisópolis e de toda aquela área. Depois de mais de 20 anos de conflitos e incertezas, agora temos um caminho para resolver essa questão”, disse.

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, destacou que a reunião trouxe um encaminhamento concreto para uma população que convive há décadas com a insegurança sobre a permanência nos bairros.

“A população estava descrente, porque esse problema vinha sendo empurrado ao longo dos anos. Hoje saímos da reunião com algo concreto. Todos os poderes estão envolvidos para construir uma solução para essas famílias”, afirmou.

O presidente da Associação de Moradores do bairro Silvanópolis, Jurandir Souza, afirmou que a reunião trouxe esperança para as famílias que aguardam uma solução para a área há décadas. “Saímos daqui com esperança de que vamos encontrar uma solução”, declarou.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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