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Detran-MT alcança mais de 7 mil pessoas em 26 ações educativas realizadas no mês de junho

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O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), por meio da Coordenadoria de Ações Educativas de Trânsito, realizou 26 ações educativas durante o mês de junho, alcançando 7.118 pessoas em diferentes municípios do Estado.

As atividades tiveram como foco a conscientização sobre segurança viária, direção defensiva e cidadania, reforçando o compromisso do órgão com a preservação da vida no trânsito.

Ao longo do mês, a equipe de Educação para o Trânsito desenvolveu uma série de atividades voltadas a públicos de diferentes faixas etárias, promovendo orientações sobre comportamento seguro no trânsito e incentivando a construção de uma cultura de respeito e responsabilidade entre todos os usuários das vias.

Entre os destaques está a participação na Expedição Sem Fronteiras, promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), iniciativa que levou diversos serviços e orientações à população.


A programação também contou com palestras sobre direção defensiva para diferentes públicos, além de ações educativas em escolas, contribuindo para a formação de crianças e adolescentes mais conscientes sobre seu papel na construção de um trânsito mais seguro.

Outra importante participação foi no Festival Estudantil Temático de Trânsito (Fetran), promovido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), durante as etapas realizadas nos municípios de Primavera do Leste e Várzea Grande. Por meio da arte e da educação, o festival incentiva a reflexão sobre atitudes responsáveis no trânsito.

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A equipe também realizou um ciclo de palestras no município de Ribeirãozinho, levando informações sobre segurança viária e prevenção de sinistros à população local.

“Mais que transmitir informações, buscamos promover a reflexão, ampliar a percepção dos riscos e incentivar a adoção de comportamentos mais seguros no trânsito. Os mais de 7 mil atendimentos realizados demonstram o alcance e a relevância do trabalho educativo desenvolvido pelo Detran no Estado. Seguiremos fortalecendo parcerias e levando a educação para o trânsito cada vez mais perto da população, porque acreditamos que um trânsito mais seguro é construído diariamente por meio do conhecimento, da sensibilização e do compromisso de cada cidadão”, pontuou a coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran, Rosane Pölzl.


Encerrando a programação do mês de junho, o Detran-MT promoveu dois Pit Stops para motociclistas, que aconteceram nos dias 21 e 28 de junho, na MT-251, em parceria com o Motoclube Abutres e o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar.

Cada ação reuniu cerca de 150 motociclistas para um café da manhã seguido de um momento de diálogo e troca de experiências sobre segurança viária. Para a diretora de Educação e Fiscalização de Trânsito do Detran-MT, Adriana Carnevale, as ações desenvolvidas durante o mês de junho reforçam o compromisso do Detran-MT com a educação no trânsito como ferramenta essencial para a preservação da vida.

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“A educação para o trânsito é um processo contínuo que exige presença, diálogo e aproximação com a sociedade. Cada ação realizada representa uma oportunidade de fortalecer a consciência coletiva e estimular escolhas mais seguras no dia a dia. O resultado alcançado em junho demonstra o empenho das equipes do Detran-MT e dos parceiros envolvidos em levar orientação e conhecimento para diferentes públicos, contribuindo para a redução de riscos e para a construção de um trânsito mais humano em Mato Grosso”, destacou a diretora.

*Com supervisão da jornalista Lidiana Cuiabano

Fonte: Governo MT – MT

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Após ameaças de morte, mulher supera trauma com apoio da Justiça e atendimento especializado

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O medo de morrer fez a cozinheira M.I.L.E. mudar completamente sua rotina. Ela deixou de trabalhar à noite, desenvolveu síndrome do pânico e passou a viver com receio de sair de casa. A violência que sofreu, no entanto, não aconteceu dentro de um relacionamento amoroso, nem foi praticada por um familiar. As ameaças partiram de um homem conhecido, após ela denunciar irregularidades envolvendo uma disputa por regularização fundiária no bairro onde mora.
Com apoio da Justiça e do Centro Especializado de Atenção às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (CEAV) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), ela conseguiu enfrentar o trauma e reconstruir sua vida.
M.I.L.E. conta que tudo começou depois que denunciou a atuação do agressor em uma área ocupada por famílias. A partir dali, passou a ser perseguida e ameaçada. “O medo foi tão grande que eu desenvolvi síndrome do pânico. Eu tinha medo até de sair de casa”.
Ela lembra que precisou abandonar atividades profissionais por receio de encontrar o agressor. “Eu fazia trabalhos extras à noite como cozinheira e deixei toda uma vida para trás. Não existe coisa pior do que o medo”.
A cozinheira conseguiu uma medida protetiva e afirma que foi esse respaldo da Justiça que lhe devolveu a esperança. “Eu tive esperança de continuar viva quando saiu a medida protetiva. Até então, eu vivia com medo o tempo todo”.
Romper o silêncio exige tempo
Segundo a psicóloga do CEAV, Bárbara Santana Silva, a violência contra a mulher envolve fatores emocionais, sociais e financeiros que dificultam a decisão de denunciar. “A violência doméstica é muito complexa. Muitas mulheres não conseguem sair dessa relação por questões financeiras, emocionais e pela expectativa de que a pessoa mude o comportamento. Tudo isso acaba prolongando o momento da denúncia.”
Ela explica que os impactos psicológicos da violência também dificultam a busca por ajuda. “Os impactos envolvem depressão, ansiedade, dificuldades no trabalho e na rotina. Quando a mulher não está bem emocionalmente, fica muito mais difícil procurar ajuda”.
Acolhimento que fortalece
Foi no CEAV que M.I.L.E. encontrou o suporte psicológico necessário para enfrentar o trauma provocado pela violência. “No primeiro dia eu nem consegui chegar. Peguei o Uber, mas quando estava chegando tive uma crise e voltei para casa. Depois consegui retornar e iniciar o acompanhamento”.
Ela afirma que o atendimento transformou sua forma de enxergar a vida. “A psicóloga me ajudou a vencer o medo. Ela me ensinou coisas que mudaram minha vida. Hoje posso dizer que minha vida está mudando em um espaço curtíssimo de tempo”.
M.I.L.E. também faz um apelo para que outras mulheres procurem ajuda. “Sozinha você não se sente capaz de nada. Essa ajuda existe, ela é real e funciona. Nós não podemos nos calar. Enquanto a mulher não começa a denunciar, ela nunca vai saber o que pode acontecer”.
Bárbara Santana destaca que o acolhimento psicológico é fundamental para que a vítima recupere a autonomia e consiga romper o ciclo da violência. “Tanto o acompanhamento psicossocial realizado no CEAV, quanto a psicoterapia buscam fortalecer a vítima para que ela tenha um emocional mais equilibrado, recupere sua autonomia e consiga romper esse ciclo de violência. O objetivo é que ela volte a construir projetos de vida.”
O Centro Especializado de Atenção às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais (CEAV) do TJMT oferece atendimento a pessoas que sofreram danos físicos, psicológicos, morais ou patrimoniais em decorrência de crimes ou atos infracionais. A unidade funciona de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, no Fórum de Cuiabá e no Fórum de Várzea Grande.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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