MATO GROSSO
Corregedoria Participativa chega às comarcas do Médio-Norte de Mato Grosso
MATO GROSSO
O Programa Corregedoria Participativa, que visa aproximar ainda mais o Poder Judiciário da sociedade civil, visita quatro comarcas da região médio-norte de Mato Grosso nesta semana. O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva e equipe visitarão as unidades judiciais das comarcas de Diamantino (a 208 km), Nortelândia (227 Km), Arenápolis (258 km) e Rosário Oeste (128 km), entre segunda-feira (12) e quinta-feira (15). A ideia do Corregedoria Participativa é abrir espaço para o diálogo com todos os segmentos que integram ou utilizam o Judiciário Estadual. Prefeitos, secretários municipais, partes, sociedade civil, Ministério Público, Ordem dos Advogados (OAB), Defensoria Pública, magistrados e servidores estão convidados para participar deste momento.
“A nossa proposta é fazer um trabalho em conjunto para o município, para a comarca. É importantíssimo que a gente faça esse entrelaçamento e que a sociedade participe ativamente do Poder Judiciário. As portas estão abertas para dialogarmos e recebermos a todos e construirmos um bom relacionamento, desenvolvendo ações em prol da comunidade”, declara o corregedor.
Em paralelo, também serão realizadas as correições nas unidades judiciais. Conforme calendário divulgado por meio da portaria TJMT/CGJ nº 21/2023 as unidades que passarão por correições são a Vara Criminal, 1ª e 2ª Vara Cível de Diamantino, e as Varas Únicas de Nortelândia, Arenápolis e Rosário Oeste.
O juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luís Pereira Cajango, responsável pelas correições, lembrou que esta é uma ação inerente à Corregedoria e que existem metas a serem cumpridas conforme determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Só em 2023 a nossa equipe deve visitar cerca de 80 unidades judiciais. Nossas visitas são mais no sentido de orientar os nossos colegas e servidores para que tenhamos sempre bons índices, o que demostra que o cidadão está sendo atendido de forma satisfatória”, explicou.
Quem integra a comitiva da Corregedoria-Geral da Justiça é a juíza auxiliar Christiane da Costa Marques Neves, que tem entre suas atribuições assuntos relacionados à Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) e à violência doméstica e familiar, na oportunidade a magistrada visita núcleos de atendimentos às mulheres e casas lares.
Programação:
Segunda-feira (12) – Diamantino
9h – Reunião com magistrados e servidores – Fórum de Diamantino
10h30 – Visita institucional ao Paço Municipal – prefeito Manuel Loureiro Neto
14h – Visita institucional ao Núcleo da Defensoria Pública – Defensora Synara Vieira Gusmão
17h – Reunião com integrantes da 4º Subseção da OAB (abrangência Nortelândia, Arenápolis e Rosário Oeste) – Fórum de Diamantino
Terça-feira (13) – Nortelândia
8h – Reunião com magistrados e servidores – Fórum de Nortelândia
10h30 – Reunião com prefeito de Arenápolis, Eder Marquis Figueiredo
14h – Reunião com prefeito de Nortelândia, Jossimar José Fernandes (Zema)
Quarta-feira (14) – Arenápolis
08h – Reunião com magistrados e servidores – Fórum de Arenápolis
15h – Visita institucional ao MPE – promotor Arthur Yasuhiro Sato
16h30 – Visita institucional a Sede das Promotorias em Diamantino – promotor Marcelo Rodrigues Silva
Quinta-feira (15) – Rosário Oeste
08h – Reunião com magistrados e servidores – Fórum de Rosário Oeste
10h30 – Visita institucional ao prefeito Alex Steves Berto – Prefeitura de Rosário
14h – Visita institucional ao Núcleo da Defensoria Pública – Defensor João Paulo Dias
16h30 – Visita institucional a Sede das Promotorias – promotor Alexandre Balas
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: primeira imagem: foto colorida. Logo do Programa Corregedoria Participativa. A imagem tem uma bússola dourada ao centro, rodeada por mãos de diversas etnias.
Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT
Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT
COMENTE ABAIXO:
MATO GROSSO
Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri
Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube. A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.
Autor: Celly Silva
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
COMENTE ABAIXO:
-
POLÍCIA FEDERAL5 dias atrásPF combate fraude em benefício de servidor público federal
-
SAÚDE5 dias atrásMinistério da Saúde institui comitê para negociação de preços nas compras do SUS
-
CUIABÁ6 dias atrásProcon Municipal intensifica fiscalização em postos de combustíveis de Cuiabá
-
BRASIL4 dias atrásComitê Executivo do Fonte reúne para tratar sobre governança e planejamento


