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MEC fecha estudo sobre clima escolar no Escola das Adolescências

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O Grupo de Trabalho (GT) de Clima e Convivência, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), concluiu o ciclo de leituras guiadas para a construção do Guia de Clima Escolar Positivo do Programa Escola das Adolescências. A iniciativa foi realizada em ciclos de escuta, que ocorreram entre 20 de março e 2 de julho, para ouvir gestores escolares de 100 escolas de anos finais do ensino fundamental, localizadas em dez Unidades Federativas brasileiras. 

O objetivo do ciclo de leituras guiadas foi construir um guia de clima escolar embasado na construção teórica, em diálogo com a realidade vivenciada nas escolas da rede pública brasileira, para apoiar o processo de formação continuada que o Programa Escola das Adolescências desenvolve, de modo a reforçar o compromisso dessa política com a criação de um ambiente escolar saudável, equitativo e inclusivo para todos.  

“A Escuta Nacional das adolescências apontou para a necessidade de melhorar o clima e a convivência escolar. Nesse sentido, o Programa Escola das Adolescências constituiu um Grupo de Trabalho para desenvolver estratégias e recomendações para a melhoria do clima e convivência nas escolas, de forma a contribuir com o apoio às trajetórias escolares de sucesso dos estudantes dos anos finais do ensino fundamental”, pontuou a coordenadora-Geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias.    

A escuta aos gestores escolares teve como referência o livro Processo de Melhoria Contínua nas Escolas, traduzido para o Brasil pelo pesquisador Adriano Moro, que coordena a pesquisa Leituras Guiadas. Segundo ele, a iniciativa foi um sucesso. “A condução da pesquisa Leitura Guiada cumpriu efetivamente com o seu propósito, justamente por favorecer amplas reflexões e discussões conjuntas e colaborativas entre os integrantes de equipes gestoras de escolas de diferentes partes do Brasil sobre o clima e a convivência escolar. A condução dos técnicos da Renapea [Rede de Articuladores Técnicos do Programa Escola das Adolescências] foi fundamental para que o processo tivesse êxito”.  

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A articuladora da Renapea, Ana Márcia Gadelha, representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) Ceará, afirmou que, durante suas rodas de conversas, os gestores relataram realidades muito desafiadoras, mas demonstraram que a participação nas rodas ajudou na identificação de pontos positivos e ferramentas que a escola pode dispor para atuar na melhoria do clima escolar de suas instituições.  

Já a diretora executiva da Roda Educativa, Roberta Panico, mencionou a importância desse processo de escuta: “Diretor de escola precisa ser ouvido, precisa ser cuidado. Quem cuida precisa ser cuidado. No lugar da escuta, ideias surgem, e eles saem fortalecidos”, concluiu.  

Grupo de Trabalho – Criado a partir de necessidades levantadas na Semana da Escuta das Adolescências (2024), o GT Clima e Convivência busca identificar e analisar práticas para a melhoria do ambiente e das relações nas escolas dos anos finais do ensino fundamental. O grupo conta com o apoio da Fundação Carlos Chagas, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), da Fundação Roberto Marinho, da Roda Educativa, do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social (Lepes) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e organizações de referência no tema, além da participação de dez articuladores da Rede de Articuladores Técnicos do Programa Escola das Adolescências (Renapea).  

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Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que: conecte-se com as diversas formas de se viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.    

A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva, financeiramente, escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.    

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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PND 2026: participantes devem consultar local de prova com antecedência

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Os participantes da Prova Nacional Docente (PND) 2026 devem consultar com antecedência o local de prova, que será aplicada no próximo domingo, 20 de setembro. As informações fundamentais estão no Cartão de Confirmação da Inscrição, disponível no Sistema PND. A recomendação é consultar o documento com antecedência e planejar o deslocamento até o local de aplicação. 

Além do endereço do local de prova, o documento inclui informações referentes à inscrição e à aplicação, como data e horário, além de dados relacionados ao atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social, quando solicitados e aprovados. 

Horários – A aplicação da PND seguirá o horário oficial de Brasília (DF). Os portões serão abertos às 12h e fechados, impreterivelmente, às 13h. A prova terá início às 13h30 e será encerrada às 19h. 

Próximas datas da PND 2026 

20 de setembro: aplicação da prova; 
24 de setembro: divulgação dos cadernos de prova, da grade de correção da questão discursiva, dos gabaritos preliminares das questões objetivas e da expectativa de resposta da questão discursiva; 
15 de dezembro: divulgação do resultado final. 

PND – A avaliação é composta por duas partes. A parte de Formação Geral Docente conta com 30 questões objetivas e uma questão discursiva, que avaliará clareza, coerência, coesão, estratégias argumentativas, vocabulário e gramática adequados à norma-padrão da língua portuguesa. A parte de Componente Específico, por sua vez, tem 50 questões de múltipla escolha voltadas à resolução de situações-problema e de estudos de caso da área de formação do participante. Serão avaliadas 21 áreas de licenciatura.  

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Por meio da prova teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade das Licenciaturas), a PND tem como objetivo avaliar a formação dos concluintes das licenciaturas. A avaliação também subsidia parte dos processos seletivos e concursos públicos realizados nas esferas federal, estadual e municipal para ingresso na carreira docente da educação básica pública.  

Acesse o Sistema PND 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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