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ECONOMIA

Ministro Luiz Marinho apresenta dados da RAIS Mensal em coletiva à imprensa nesta quarta-feira (24)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, apresenta nesta quarta-feira (24), às 11h, os dados da RAIS Mensal, em coletiva à imprensa, no edifício-sede do MTE, em Brasília (DF).

Os dados da RAIS Mensal complementam as informações do Novo Caged. A primeira divulgação da RAIS Mensalizada contempla a série de janeiro de 2025 a março de 2026, com informações sobre vínculos formais no setor privado, no setor público e em demais categorias abrangidas pela RAIS. Os dados apresentam recortes por Unidade da Federação, setor de atividade econômica, sexo, raça/cor, escolaridade, faixa etária, tipo de vínculo, categoria do trabalhador e natureza jurídica.

Entre os principais indicadores disponíveis estão o estoque mensal de vínculos formais ativos; vínculos com remuneração válida declarada; vínculos sem remuneração válida na competência; massa salarial mensal; remuneração média; remuneração mediana; além de indicadores por tipo de vínculo, setor, território e características dos trabalhadores formais.

Jornalistas poderão acompanhar o evento presencialmente, na sala de coletiva, além de transmissão ao vivo pelo canal oficial do MTE no YouTube. 

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Após a coletiva, os dados estarão disponíveis na página do Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET), no painel de informações da RAIS Mensal, no site do Ministério do Trabalho e Emprego.

Serviço:

Divulgação dos dados da RAIS Mensal

Data: 24 de junho (quarta-feira)
Horário: 11h
Local: Sala 433 do edifício-sede do MTE, em Brasília
Transmissão ao vivo: canal oficial do MTE no YouTube

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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ECONOMIA

Presidente sanciona o Redata, que estimula Datacenters e desenvolvimento tecnológico no Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (15/9) a lei do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), que estimula investimentos centros de dados e cria estímulos para o desenvolvimento de cadeias tecnológicas na indústria 4.0 no Brasil, além de garantir soberania digital em áreas como computação em nuvem, inteligência artificial, smart factories e Internet das Coisas.

O Redata vincula incentivos a contrapartidas em pesquisa e desenvolvimento que promovam o adensamento das cadeias produtivas digitais no Brasil, instituindo percentuais mínimos de destinação dos serviços para o mercado interno. A lei estimula ainda a desconcentração regional, reduzindo contrapartidas para investimentos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

As empresas beneficiárias do Redata também deverão cumprir critérios de eficiência hídrica, garantindo baixo consumo de água; e de sustentabilidade, como uso de energia fontes renováveis ou de baixa emissão, cujos parâmetros serão definidos em regulamentação.

Os incentivos garantem isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI na aquisição de equipamentos de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), importados ou produzidos no Brasil, destinados à implantação, modernização e ampliação de Datacenters.

Equipamentos sem produção nacional equivalente ficam isentos também de imposto de importação. Decreto presidencial assinado na mesma cerimônia traz uma série de regulamentações ao programa, entre elas a que define os itens que poderão ser importados a alíquota zero por cinco anos.

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Contrapartidas

Em contrapartida aos incentivos do Redata, as empresas terão de aportar 2% do valor dos produtos adquiridos (no mercado interno ou importados) em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação ligados a programas prioritários de apoio ao desenvolvimento e adensamento industrial da cadeia produtiva de economia digital. O escopo desses programas será definido por regulamento próprio.

As empresas beneficiadas pelo Redata também terão que disponibilizar para o mercado nacional no mínimo 10% da capacidade de processamento, armazenagem e tratamento de dados. Esse volume poderá ser vendido no mercado privado ou cedido sem ônus a ICTs ou ao poder público para o desenvolvimento de políticas no setor.

No caso de empreendimentos para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a política prevê a redução de 20% dessas duas obrigatoriedades.

Em caso de descumprimento das obrigações previstas em lei, a empresa perderá os benefícios e terá de recolher os tributos com multa e juros, além de ser impedida de retornar ao regime por dois anos.

Cenário atual

Diagnóstico do Ministério da Fazenda aponta elevada dependência nacional em relação a serviços digitais prestados no exterior, atingindo atualmente cerca de 60% das cargas digitais brasileiras.

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A situação implica riscos à soberania nacional, limita o desempenho operacional das aplicações digitais e acarreta déficits na balança comercial do setor. O déficit do setor de elétricos e eletrônicos na balança foi de US$ 40 bilhões em 2024; e de US$ 7,1 bi no setor de serviços, sendo a maior parte relacionada ao processamento e armazenagem de dados.

A implementação da política leva em conta ainda as vantagens comparativas do Brasil para atração de Datacenter, como energia renovável a preços competitivos e infraestrutura de comunicações adequada para o tráfego internacional de dados por meio de cabos submarinos em operação.

Apesar desse potencial, o Brasil possui uma participação pequena no mercado mundial de Datacenters, ocupando a 10ª participação relativa, atrás de países como Japão e Holanda.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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