ECONOMIA
Em reunião com secretários de Trabalho ministro defende melhoria nos sistemas públicos de emprego no país
ECONOMIA
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante reunião em Brasília nesta terça-feira (16), com secretários de Trabalho de vários estados e o presidente do Fórum Nacional de Secretários do Trabalho, Vladyson Viana, intensificou a necessidade de priorizar o fortalecimento das políticas públicas do MTE nos territórios. “Os municípios são os maiores realizadores de políticas do governo federal sendo urgente o aperfeiçoamento dos sistemas públicos de emprego nos estados”, afirmou.
A troca de experiências entre secretarias de Trabalho e o MTE é uma das prioridades, afirmou o ministro. Luiz Marinho ressaltou que a sua gestão vem priorizando essa aproximação, com lançamento de ações conjuntas, como os Pactos pelo trabalho decente nas safras do café e do vinho, do carnaval em Salvador e a inauguração da “Casa do Trabalhador” nos estados.
“Precisamos de efetividade em políticas de geração de emprego e renda, da economia solidária, intermediação de mão de obra e, principalmente, na qualificação profissional de trabalhadores nos territórios”, alertou o ministro, que tem participado pessoalmente da inauguração das “Casa do Trabalhador” nos estados.
A “Casa do Trabalhador” busca melhorar a qualidade de atendimento ao trabalhador na ponta, oferecendo uma carta de serviços que abrange um novo padrão na prestação de serviços do Ministério, assegurando ao trabalhador um atendimento ágil e eficaz, reunindo num mesmo ambiente a intermediação de mão de obra, qualificação profissional, fomento ao empreendedorismo, orientação sobre rescisão trabalhista e acesso a benefícios como Abono Salarial e Seguro Desemprego, integrando o MTE com serviços dos entes estaduais.
Ela também citou iniciativas como a adesão a Escola do Trabalhador 4.0, que vem acontecendo em vários municípios pelo país. “Já são várias prefeituras de todo país que vem aderindo a escola “on-line”, ressaltou.
A Escola do Trabalhador 4.0 oferece cursos on-line e gratuitos voltados ao desenvolvimento de competências digitais e à inserção profissional na chamada Economia 4.0. A plataforma, uma parceria com a Microsoft, disponibiliza 200 cursos, distribuídos em nove categorias e 40 trilhas educacionais, totalizando 778 horas de capacitação.
ECONOMIA
Brasil e Colômbia debatem ampliação do comércio e novas parcerias bilaterais
Brasil e Colômbia, em encontro bilateral realizado nesta terça-feira (16/06), em Bogotá, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, e a ministra de Comércio, Indústria e Turismo da Colômbia, Diana Morales Rojas, reafirmaram o compromisso de intensificar o diálogo e a cooperação em matéria de comércio, investimentos e integração produtiva no setor automotivo, celebrando a continuidade da vigência do Acordo Automotivo no âmbito do ACE 72, destacando seu papel na previsibilidade dos fluxos comerciais entre os dois países.
Com o objetivo de fortalecer os vínculos econômico-comerciais e avançar em iniciativas de ampliação e cooperação industrial entre os dois países, as autoridades reafirmaram a disposição de preservar e aprofundar os instrumentos bilaterais existentes, além de promover novas oportunidades comerciais.
Segundo o ministro Márcio Elias Rosa, “a visita do presidente Lula a Bogotá, em abril de 2024, marcou um novo patamar na relação bilateral, elevando-a ao nível de prioridade estratégica. Temos hoje a oportunidade de traduzir essa orientação em resultados concretos e benéficos para nossas economias e sociedades”.
O ministro do MDIC também ressaltou a convergência entre a Nova Indústria Brasil (NIB) e a política de reindustrialização colombiana como oportunidade para ampliar a cooperação bilateral e impulsionar o desenvolvimento conjunto em áreas estratégicas, como mobilidade sustentável, insumos farmacêuticos, construção naval, defesa, hidrogênio verde, biocombustíveis e bioinsumos.
Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Colômbia alcançou US$ 5,4 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 3,4 bilhões. A pauta exportadora é diversificada e inclui veículos e autopeças, café, papel e cartão, produtos de perfumaria, pneus, medicamentos, produtos químicos, calçados, máquinas e equipamentos.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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