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MGI divulga resultado final de alocação de 1000 candidatos ATEs aprovados no CPNU 2

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou, nesta sexta-feira (15/4), o resultado final da alocação por local de exercício dos candidatos aprovados para o cargo de Analista Técnico-Administrativo (ATA) do CPNU 2, que passam a integrar a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE). A distribuição dos candidatos seguiu os critérios previstos no Edital nº 2/2026, considerando a ordem de classificação, a reserva legal de vagas, a ordem de preferência indicada por meio do SOUGOV e as vagas disponíveis em cada localidade.

Foram distribuídas 1.000 vagas em 31 localidades do país. Ao todo, 959 pessoas candidatas manifestaram preferência no sistema, sendo que 902 (95,9% do total de aprovados) foram alocadas em um dos municípios escolhidos. 

Para apenas 57 candidatos não foi possível atender à preferência indicada porque não havia mais vagas disponíveis nas localidades selecionadas. Outras  41 pessoas não se manifestaram pelo sistema. Nessas situações, a alocação observou critérios técnicos previstos em edital e a discricionariedade da Administração Pública, respeitando a ordem de classificação do sistema.

Distribuição de vagas por locais de exercício

Locais de Exercício

Número de Vagas

Brasília – DF

728

Fortaleza – CE

35

Recife – PE

32

São José dos Campos – SP

26

Manaus – AM

22

Rio de Janeiro – RJ

21

Belém – PA

16

Teresina – PI

12

Natal – RN

10

Salvador – BA

9

São Paulo – SP

8

Boa Vista – RR

7

Belo Horizonte – MG

6

Vitória – ES

6

Campo Grande – MS

5

Curitiba – PR

5

Goiânia – GO

5

Porto Velho – RO

5

Cuiabá – MT

4

Florianópolis – SC

4

Macapá – AP

4

Maceió – AL

4

Porto Alegre – RS

4

Rio Branco – AC

4

São Luís – MA

4

Aracaju – SE

3

João Pessoa – PB

3

Foz do Iguaçu – PR

2

Montes Claros – MG

2

Palmas – TO

2

Palmeira dos Índios – AL

2

Total

1.000

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Distribuição nacional e atuação transversal

As pessoas aprovadas para o cargo de Analista Técnico-Administrativo passam a integrar a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE), criada recentemente com o objetivo de fortalecer a atuação técnica do Estado. Trata-se de uma estrutura de caráter transversal, que permite a atuação desses profissionais em diferentes órgãos da Administração Pública Federal, de acordo com as necessidades institucionais.

Ao todo, esses servidores poderão ser alocados em até 36 órgãos federais, com presença em diversas regiões do país, incluindo capitais e municípios estratégicos. A definição do local de exercício considera tanto as preferências indicadas pelos candidatos quanto as demandas apresentadas pelos órgãos públicos, que sinalizaram necessidade de provimento, incluindo Brasília, capitais e outros municípios estratégicos.

Este procedimento se aplica exclusivamente às pessoas candidatas convocadas para o cargo de Analista Técnico-Administrativo do Bloco 5 do CPNU 2, não se estendendo aos demais cargos do concurso.

Organização por órgãos e critérios adicionais

Além da definição de localidade, a distribuição dos servidores entre os órgãos seguiu critérios administrativos complementares. Entre eles, destacam-se:

  • Respeito à localidade escolhida pelo candidato;

  • Possibilidade de manutenção do exercício no órgão atual, no caso de candidatos que já possuem vínculo com a Administração Pública Federal;

  • Distribuição entre órgãos com base na ordem de classificação, associada a critérios técnicos e organizacionais

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De acordo com um levantamento do MGI, parte dos aprovados já possuía experiência no serviço público, o que também contribuiu para uma alocação mais eficiente e alinhada às necessidades institucionais de cada órgão envolvido no procedimento.

Confira o resultado completo

Nomeação e posse

A previsão é de que as 1000 pessoas aprovadas para a carreira de ATE sejam nomeadas na próxima semana pelo MGI.  O edital de nomeação será publicado no Diário Oficial da União e todo o procedimento para a posse será realizado por meio da plataforma SOUGOV.BR, de forma totalmente digital.

Dentro da plataforma, a pessoa vai completar os dados cadastrais, enviar a documentação exigida e preencher o Perfil Profissional. Esse perfil ajuda os gestores a entenderem melhor as competências dos aprovados e aprovadas e onde a pessoa pode atuar com mais impacto. 

Após o ato de nomeação, os novos servidores e servidoras têm 30 dias para tomar posse. Para se apresentar ao órgão e entrar em exercício, a pessoa tem até 15 dias após a data de assinatura do termo de posse.

Confira o passo a passo detalhado no Manual do Ingressante via SOUGOV.BR

Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

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Programa Brasil Contra o Crime Organizado chega à Amazônia para fortalecer o combate a facções e crimes ambientais

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Manaus, 18/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou, nesta segunda-feira (18), em Manaus (AM), o Programa Território Seguro, Amazônia Soberana: Proteção da Amazônia e da Faixa de Fronteira, instituído pela Portaria 1220/2026. Coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad) e com investimento de R$ 209 milhões, a iniciativa amplia ações integradas de repressão qualificada, proteção territorial, prevenção e fortalecimento de economias lícitas na Amazônia Legal e em outras áreas de fronteira.

O lançamento ocorreu durante o evento Brasil Contra o Crime Organizado: Amazônia, realizado no Centro de Cooperação Policial Internacional (CCPI), e integra o programa Brasil Contra o Crime Organizado, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 12 de maio, em Brasília. O novo programa atuará de forma coordenada com o Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas), cada um com sua especificidade.

Nesta primeira fase, o programa atuará em sete regiões prioritárias, abrangendo 42 municípios de seis estados: Acre (AC), Amazonas (AM), Pará (PA), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT) e Paraná (PR). A estratégia foi estruturada para enfrentar de forma integrada crimes ambientais, narcotráfico, garimpo ilegal e violência armada em áreas estratégicas da Amazônia Legal e da faixa de fronteira.

Na abertura do encontro, Wellington Lima afirmou que o crime organizado atua de forma integrada e exige resposta coordenada do Estado. “Por décadas, cada estado enfrentou o crime do seu jeito, com os seus recursos, nas suas divisas. O problema é que o crime nunca respeitou limite nenhum. Enquanto os estados agiam separados, as facções atuavam em rede”, afirmou o ministro.

“O que torna este momento diferente é que, pela primeira vez, o Estado inteiro vai atuar junto — não cada um apenas no seu domínio, mas todos jogando no mesmo time, com um plano conjunto e atuação simultânea”, completou.

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A secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, enfatizou que o programa representa uma mudança na forma de atuação do Estado na região amazônica, ao integrar políticas de segurança pública, desenvolvimento sustentável e garantia de direitos.

“Por muito tempo, a Amazônia foi tratada por políticas fragmentadas: ora pela agenda socioambiental, ora pela agenda de segurança pública, ora pela agenda de desenvolvimento econômico, como se essas dimensões pudessem ser pensadas separadamente. Hoje, sabemos que repressão qualificada, proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e garantia de direitos precisam caminhar juntos”, enfatizou.

Coordenado pela Senad, o Programa Território Seguro, Amazônia Soberana será desenvolvido a partir de quatro eixos estruturantes:

* Diagnóstico territorial
Produção de evidências, monitoramento e inteligência territorial para orientar decisões estratégicas e ações integradas.

* Repressão qualificada
Integração das forças de segurança pública para enfrentamento às estruturas financeiras e logísticas do crime organizado e retomada de territórios vulneráveis.

* Prevenção e acesso a direitos
Fortalecimento da presença do Estado, proteção social e ações voltadas à prevenção do aliciamento de populações vulneráveis por organizações criminosas.

* Promoção de alternativas econômicas sustentáveis
Fomento à inclusão produtiva, geração de renda e desenvolvimento sustentável nos territórios prioritários.

Enfrentamento ao crime organizado

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, também destacou a importância da integração entre os entes federativos e do uso de tecnologia no enfrentamento ao crime organizado.

“Nós precisamos trabalhar para enfrentar essa chaga. A proposta é que os estados não atuem de forma isolada, mas em conjunto com o Governo Federal. Esse enfrentamento precisa ocorrer com tecnologia e informação, porque as ações do crime organizado avançam principalmente sobre a estrutura e a infraestrutura portuária da região”, afirmou o secretário.

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De acordo com o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, o programa leva o enfrentamento ao crime organizado a um novo patamar.

“Vamos qualificar o enfrentamento com a descapitalização do crime. Somente no ano passado, as operações da Polícia Federal retiraram R$ 10 bilhões do crime organizado”, enfatizou.

Também participaram do evento o secretário-executivo do MJSP, Ademar Borges; o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena; e o diretor-executivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Alberto Raposo Neto.

Plano Amas

Durante o evento, o MJSP também apresentou o balanço do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas), política coordenada pela pasta desde 2023 para o enfrentamento ao crime organizado e aos crimes ambientais na região amazônica.

Além da apresentação dos resultados do plano, foram discutidas perspectivas de fortalecimento da iniciativa, incluindo a institucionalização do contrato com o BNDES/Fundo Amazônia para financiamento das ações do Amas e suplementação orçamentária destinada aos estados.

A programação incluiu ainda reunião deliberativa do Comitê Gestor do Plano Amas, que debateu o Plano Estratégico Integrado da BR-319 e os Planos Operacionais Integrados dos estados da Amazônia Legal para 2026.

As metas do Amas para 2026 estão organizadas em três eixos imediatos: controle estratégico da BR-319, com foco no combate ao garimpo, à grilagem e às queimadas; integração dos planos operacionais estaduais; e fortalecimento das ações de enfrentamento ao crime organizado e aos crimes ambientais na Amazônia e no Pantanal.

O evento também contou com o lançamento do Índice de Vulnerabilidade ao Crime Organizado: Territórios Indígenas (IVCO-TI), desenvolvido pelo Centro de Estudos sobre Drogas e Desenvolvimento Social Comunitário (Cdesc). O projeto é fruto de parceria entre a Senad/MJSP, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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