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Gestão recebe 169 novos Analistas em Tecnologia da Informação aprovados no CPNU 1 para potencializar transformação digital do Brasil
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Na tarde de sexta-feira (17/10), a Secretaria de Governo Digital (SGD) do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Púbicos (MGI) recebeu oficialmente 169 novos servidores públicos da carreira de Analista em Tecnologia da Informação (ATI) aprovados na primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU1). Os profissionais serão alocados em diversos órgãos do governo federal e trabalhar em iniciativas de transformação digital do estado, como o GOV.BR, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) e a Infraestrutura Nacional de Dados (IND), além de atuar na gestão e desenvolvimento de infraestrutura, sistemas e serviços digitais, governança de dados, segurança da informação, privacidade e contratações de TIC.
“Um processo de transformação digital começa com pessoas. A tecnologia não se faz por si só. Os grandes fomentadores desses processos são vocês”, disse o secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, aos profissionais presentes. Para ele, o mais importante no trabalho dos ATIs não é servir aos órgãos onde os servidores estarão lotados, mas conseguir aumentar a inclusão social da população por meio de serviços públicos digitais. “Hoje a gente tem mais de 5 mil serviços digitais e isso é trabalho dos ATIs”, concluiu.
Já o diretor de Gestão de Recursos de Tecnologia da Informação, Luiz Monfardini, destacou que a carreira de analista em TI é uma das mais promissoras tanto no serviço público, não apenas no Brasil, mas em todos os países. “Se a gente quer um Estado brasileiro do futuro, isso passa pela governança de TI”, defendeu ele. “Infelizmente esse entendimento ainda não é compartilhado por todos, mas se a gente continuar fazendo tudo da mesma forma analógica, não vai dar tudo certo. O serviço público tem que evoluir com o resto do mundo”.
Entusiasmo dos novos servidores
Os novos ATIs vão trabalhar em diversos órgãos federais, principalmente ministérios, e são vinculados ao MGI, como acontece com outras carreiras transversais. Eles foram distribuídos pela administração pública de acordo com análise de currículos e declarações de áreas de interesse, além de dados do Índice de Maturidade em Governança de TI do SISP (Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação), que mapeiam a necessidade de cada um dos 253 órgãos para melhor alocar os recursos humanos.
“O curso de formação foi bem puxado, mas os professores eram incríveis”, afirmou Alexandre Cardeira, analista que participou da capacitação. Com experiência prévia na área dentro da iniciativa privada em São Paulo, ele conta que se sente preparado para o novo desafio no serviço público. Lotado no Ministério da Igualdade Racial, Alexandre reconhece o tamanho da missão em um órgão recém-criado e demonstra entusiasmo em poder contribuir com um ministério de forte impacto social. “Somos dois novos ATIs por lá e vamos cuidar de segurança da informação e da gestão dos dados”, explicou.
Já a mineira Vânia dos Santos vai para o Ministério das Cidades, onde também vai cuidar da gestão de dados. “As expectativas são muitas”, disse ela. “Os dados são o novo petróleo e podem melhorar as políticas públicas para que elas sejam desenvolvidas em cima de evidências”, complementa. Seu colega Cléber Lima, do Paraná, concorda e acrescentou que “o mais importante é entregar para o cidadão um serviço que ele tenha facilidade em usar e possa resolver seu problema de onde estiver”. Ele acha que esse será seu principal papel como servidor público da área de gestão de riscos e normatização na Funai.
A empolgação dos novos ATIs ainda foi amplificada pelo anúncio de mais reforços. Durante o evento, o secretário Rogério Mascarenhas garantiu ainda que o reforço da carreira de ATI não para com essas nomeações. “O próximo passo é chamar mais 417 profissionais que estão no cadastro de reserva da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado”. De acordo com Rogério, o curso de formação desses candidatos já deve acontecer no início de 2026. “Vai ser o maior curso de formação de ATIs da história do governo federal”, comemorou.
Fonte: Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
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Senad e Capes selecionam 24 projetos para ações de prevenção, cuidado e inclusão social
Com investimento superior a R$ 25 milhões, o programa estrutura a Rede Cais Acadêmicos, com atuação em todo o País. As instituições contempladas estão distribuídas pelas cinco regiões brasileiras, consolidando uma rede nacional voltada ao desenvolvimento de tecnologias sociais e à produção de conhecimento aplicado às realidades locais.
A ação integra a estratégia da Senad de impulsionar atividades de prevenção e cuidado, promovendo a articulação entre universidades, comunidades e serviços públicos para enfrentar desafios relacionados ao uso de álcool e outras drogas, à vulnerabilidade social e à garantia de direitos.
Para a secretária nacional da Senad, Marta Machado, o programa representa mais um avanço na política sobre drogas no Brasil.
“Estamos falando de um investimento robusto de mais de R$ 25 milhões em ciência, pesquisa e extensão universitária. O objetivo é transformar conhecimento em novas tecnologias sociais e fortalecer a presença da política pública nos territórios mais vulnerabilizados”, ressalta.
Segundo a secretária, a rede selecionada terá alcance nacional inédito e contribuirá para ampliar o acesso a direitos fundamentais.
“Os centros vão atuar promovendo redução de riscos e danos, acolhimento, atenção psicossocial e, acima de tudo, o acesso aos direitos fundamentais. Essa é a materialização da nossa estratégia de prevenção ampliada”, afirma.
Rede nacional
Além de fomentar pesquisas e ações extensionistas, o programa busca produzir evidências e metodologias que possam subsidiar políticas públicas voltadas à prevenção, ao cuidado e à garantia de direitos de populações em situação de vulnerabilidade.
A expectativa é que a Rede Cais Acadêmicos contribua para reforçar a presença territorial das ações da Senad e aprimorar a articulação entre Governo Federal, instituições de ensino e sociedade civil, promovendo respostas mais qualificadas e integradas aos desafios sociais relacionados à política sobre drogas.
Os projetos selecionados receberão bolsas e recursos de custeio para desenvolver as atividades previstas ao longo dos próximos anos. O resultado do edital foi divulgado em 11 de junho e está disponível aqui.
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